sábado, 26 de setembro de 202606:16:54
Pode chover 45%
TV Alagoas
EducaçãoProjeto de Lei prioriza matrícula de aluno com deficiência em escola integralPolíticaEspecialistas discutem desafios para eleições 2026 em várias áreasGeralBaile da Primavera reúne idosos em festa no Cras Área LagunarPolíticaDez candidatos disputam governo do Piauí nas eleições de 2023PolíticaSete candidatos disputam governo de Pernambuco nas eleições de 2023PolicialLíder do PCC é preso na Bolívia e transferido para São PauloPolíticaGoverno bloqueará bets ilegais após 6 de outubro, diz DuriganEconomiaGoverno lança 3ª fase do Desenrola Brasil para renegociação de dívidasPolíticaGoverno proíbe apostas online e define prazo para resgate de saldosSaúdeMinistério da Saúde fará busca ativa de apostadores após proibiçãoPolíticaSeis candidatos disputam governo da Paraíba nas eleições deste anoPolíticaOito candidatos disputam governo do Maranhão nas eleições de 2023

Líder do PCC é preso na Bolívia e transferido para São Paulo

Redação26 de setembro de 2026
Líder do PCC é preso na Bolívia e transferido para São Paulo

Apontado como um dos líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Roberto Prieto Filho, o Betinho da Baixada, está detido desde a última quarta-feira (23) em unidade prisional de SP, onde segue à disposição da Justiça no Centro de Detenção Provisória IV, no bairro de Pinheiros, em ...

Roberto Prieto Filho, conhecido como Betinho da Baixada e apontado como líder do PCC, foi preso na terça-feira (22) em Santa Cruz de la Sierra, Bolívia, com apoio da Polícia Federal e da Polícia Civil de São Paulo. Ele foi transferido para o Centro de Detenção Provisória IV, em São Paulo, na quarta-feira (23).

Prieto estava foragido desde janeiro de 2022, quando foi resgatado de uma cadeia no Guarujá, SP. Ele foi condenado a mais de 20 anos de prisão por narcotráfico, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

O juiz André Rossi validou a prisão e transferência de Prieto, afirmando ser indispensável para a instrução do processo e aplicação da lei penal. A defesa de Prieto tenta anular a condenação, alegando nulidades processuais.

O Ministério Público de São Paulo sustenta que o resgate de Prieto e outro detento demonstra a permanência da associação para o tráfico. A PF e a Polícia Civil de São Paulo não comentaram o caso.

Continue Lendo