Flávio Bolsonaro realiza ato na Avenida Paulista a uma semana do segundo turno

A uma semana do segundo turno das eleições para presidência da República, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) participou de ato na Avenida Paulista, na região central de São Paulo, neste domingo (18) .
A uma semana do segundo turno das eleições para presidência da República, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) participou de ato na Avenida Paulista, na região central de São Paulo, neste domingo (18). Durante seu discurso, ele afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu pai, participará da cerimônia de posse caso ele seja eleito, sugerindo que cuidará da anistia ao pai, que cumpre prisão domiciliar. "Vocês verão Jair Messias Bolsonaro colocar a faixa de presidente da República no filho dele", declarou.
Flávio também disse que pretende indicar quatro ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF) que sejam contrários ao aborto e às drogas. Ele afirmou que confrontará o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, no debate marcado para as 20h, na TV Band.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e Flávio Bolsonaro participaram do ato com apoiadores. Flávio declarou: “Vou falar com o coração e para cada um de vocês da família brasileira. O Brasil está sem presidente, mas é por pouco tempo, porque Flávio Bolsonaro está chegando”.

Apoiadores do candidato levaram uma réplica inflável de um míssil, com a frase “Trump nuke Brazil”, em alusão ao presidente dos EUA, Donald Trump.
A técnica de enfermagem Rainara Antunes de Oliveira, de 27 anos, esteve no ato e destacou a importância da participação para mostrar representatividade. Ela acredita que pode haver uma virada nas urnas e afirmou: “Eu voto nele porque sempre concordei com leis mais duras e acredito que a solução para o país, tomado pela criminalidade, seja endurecer para as pessoas terem medo de serem presas”.
O aposentado José Rafael Paschoal, de 84 anos, expressou seu desejo de mudança, afirmando que o Brasil poderia ser uma das maiores potências mundiais e criticou o discurso de pobreza do governo atual.
Fonte: Agência Brasil - Últimas




