terça-feira, 06 de outubro de 202618:58:16
Chuva 94%
TV Alagoas
PolíticaAgenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (6)PolíticaAGU pede ao STF que mantenha proibição das bets no BrasilPolíticaDébora do Batom passa para regime semiaberto por decisão de MoraesPolíticaTSE ordena remoção de posts falsos sobre Lula e bandeira do BrasilEconomiaBanco Central divulga novo indicador sobre reajustes salariaisPolíticaErundina é a deputada estadual mais velha eleita em 2026, aos 91 anosSaúdeAnvisa autoriza fabricação de produtos de limpeza da Unilever em SPSaúdeEstudo da OMS revela que 66% dos jovens europeus sofreram abusosSaúdeAnvisa aprova Niktimvo para tratamento de doença do enxerto contra hospedeiroSaúdeAnvisa proíbe venda de insulina e tirzepatida sem registroPolíticaAlvinho Lira é o mais jovem deputado federal eleito aos 20 anosGeralCerca de 100 estudantes da rede municipal participam de dia de lazer

Estudo da OMS revela que 66% dos jovens europeus sofreram abusos

Redação06 de outubro de 2026
Estudo da OMS revela que 66% dos jovens europeus sofreram abusos

Dois em cada três jovens europeus afirmam ter sido vítimas de abusos, negligência, violência doméstica ou outras experiências adversas semelhantes durante a infância, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Um estudo da OMS, realizado com 26 mil jovens de 18 a 30 anos na União Europeia, Noruega e Islândia, revelou que dois em cada três afirmam ter sofrido abusos.

Um em cada cinco entrevistados relatou ter vivido quatro ou mais tipos de experiências adversas na infância, e 76,3% deles necessitaram de apoio profissional em saúde mental.

O estudo indica que esse grupo tem maior probabilidade de sofrer e exercer violência, além de ter sido alvo de 'ciberbullying' na infância. Os dados foram coletados entre novembro de 2025 e janeiro de 2026.

Publicidade
Cesmac

A OMS alerta que a exposição a experiências adversas na infância aumenta o risco de abandono escolar, desemprego e baixa renda familiar, além de afetar a confiança e o sentimento de pertencimento à comunidade.

“Quando uma criança cresce num ambiente de violência ou num lar em crise, não nos deve surpreender que essas experiências a acompanhem anos mais tarde na escola, no mercado de trabalho e nas suas relações”, afirmou Natasha Azzopardi-Muscat, diretora de Sistemas de Saúde da OMS Europa.

Ela enfatizou que o problema não afeta apenas uma minoria, mas é um desafio social e econômico que requer intervenção de vários setores.

A OMS pediu medidas para combater condições que favorecem essas situações, como pobreza e exclusão social, e recomendou que sistemas de saúde, educação e justiça sejam capazes de identificar e apoiar pessoas afetadas por adversidades na infância.

Continue Lendo