82 empregadores entram na lista suja do trabalho escravo

O Ministério do Trabalho e Emprego incluiu 82 empregadores na "lista suja" do trabalho escravo, nome pelo qual ficou conhecido o cadastro de empregadores que expõe empresas e pessoas físicas flagradas em fiscalizações de órgãos públicos com
O Ministério do Trabalho e Emprego incluiu 82 empregadores na "lista suja" do trabalho escravo nesta terça-feira (06). Foram 54 pessoas físicas e 28 jurídicas, resultando na libertação de 553 trabalhadores.
As fiscalizações ocorreram em 21 unidades da Federação, com destaque para o Garimpo Filão dos Abacaxis, em Maués, Amazonas, onde 54 trabalhadores foram libertados. As atividades com mais flagrantes incluem criação de bovinos, serviços domésticos, produção de carvão vegetal, café e construção de edifícios.
A atualização representa uma redução de 51,48% em relação à lista anterior, de abril de 2026. O cadastro visa dar transparência às ações de combate ao trabalho análogo à escravidão, com participação de diversos órgãos.
Denúncias podem ser feitas de forma remota e sigilosa pelo Sistema Ipê, lançado em 2020.




