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Professores de escolas particulares do Rio fazem greve de 24 horas

Redação03 de setembro de 2026
Professores de escolas particulares do Rio fazem greve de 24 horas

Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro cruzaram os braços nesta quarta-feira (2) em reivindicação por melhores condições de trabalho. A luta é por reajuste salarial e pela valorização dos profissionais. A greve, de 24 horas, foi aprovada em assembleia conduzida pelo Sindicato dos Prof...

Professores de escolas particulares do Rio de Janeiro paralisaram suas atividades nesta quarta-feira (2) em busca de melhores condições de trabalho, incluindo reajuste salarial e valorização profissional.

A greve de 24 horas foi aprovada em assembleia do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio) no último sábado (29), após negociações sem acordo.

Os professores realizaram um ato no Largo do Machado, no Catete, com a participação de mais de 1 mil profissionais, segundo o sindicato.

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Reivindicações

  • pagamento da hora-atividade, trabalhada fora da sala de aula;
  • gratificação pelo aprimoramento acadêmico;
  • equiparação salarial entre profissionais da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio;
  • reajuste salarial de ao menos 5,5%.

Fábio Conde, diretor jurídico do SinproRio, destacou que os salários estão defasados e que o trabalho fora da sala de aula aumentou, especialmente após a pandemia, com atividades virtuais e adaptação de materiais.

Ele afirmou que os professores estão sobrecarregados, com muitos afastados por questões mentais. O sindicato tentou incluir uma cláusula para remuneração da hora-atividade fora da sala de aula, mas não obteve resposta do patronato.

A Agência Brasil tentou contato com o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Rio de Janeiro (SinepeRio), que não se manifestou sobre o assunto até o momento.

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