domingo, 27 de setembro de 202618:56:49
Chuva 94%
TV Alagoas
PolíticaSTF libera post de humorista sobre Nossa Senhora AparecidaCulturaCelebrações do Dia de Cosme e Damião reúnem fiéis no Rio de JaneiroSaúdePacientes com alopecia areata compartilham experiências e buscam apoioEsportesBrasil conquista bronze no Mundial Paralímpico de judô e triatloSaúdeRio de Janeiro é uma das sete cidades escolhidas para programa Lixo ZeroGeralSine Maceió amplia acesso ao emprego e promove inclusão profissionalGeralProgramas em Maceió transformam comunidades e ampliam oportunidadesPolíticaSeis candidatos disputam governo de São Paulo nas eleições de 2023PolíticaNove candidatos disputam governo do Rio de Janeiro nas eleições 2023PolíticaOnze candidatos disputam governo de Minas Gerais nas eleições de 2023PolíticaCinco candidatos disputam governo do Espírito Santo nas eleições 2023CulturaGeledés lança guia para acesso a políticas de cuidado no Brasil

Pacientes com alopecia areata compartilham experiências e buscam apoio

Redação27 de setembro de 2026
Pacientes com alopecia areata compartilham experiências e buscam apoio

Uma doença imprevisível. É assim que a médica dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Enilde Borges Costa, define a alopecia areata. No mês dedicado à doença, que acomete cerca de 2% da população mundial, segundo a SBD, a Agência Brasil traz histórias de pacientes que convivem ...

A alopecia areata, uma doença autoimune que causa queda de cabelo, afeta cerca de 2% da população mundial. No mês dedicado à doença, pacientes compartilham suas histórias e desafios.

A dermatologista Enilde Borges Costa explica que a alopecia areata se manifesta de três formas: queda em pequenas áreas, alopecia total e alopecia universal. O diagnóstico é clínico, sem exames laboratoriais específicos.

Questões emocionais e genéticas estão ligadas à doença, que pode ser desencadeada por estresse ou outras condições autoimunes. Beatriz Santos, que convive com a alopecia desde 2008, relata que a pressão emocional muitas vezes é mal interpretada como causa da doença.

Publicidade
Cesmac

Após diversos tratamentos, Beatriz encontrou um corticoide mais adequado, mas enfrentou efeitos colaterais, como osteopenia. Hoje, ela aceita sua condição e busca fortalecer sua autoestima.

Juliana Fernandes, que tem alopecia areata universal há mais de 20 anos, também compartilha sua trajetória. Ela enfrentou dificuldades com tratamentos ineficazes e encontrou apoio em grupos de acolhimento, onde aprendeu a aceitar sua diferença.

O grupo de apoio, criado por Enilde, oferece um espaço para troca de experiências e suporte emocional. Pacientes e familiares, como Regina Ramos e Paloma Monteiro da Lava, buscam fortalecer a autoestima de seus filhos diagnosticados com a doença.

Desde 2022, tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 801/2022, que visa incluir a alopecia areata no Estatuto da Pessoa com Deficiência. Enquanto algumas pacientes se opõem à proposta, defendendo que a doença não as impede de viver normalmente, outras acreditam que a lei pode trazer visibilidade e direitos.

Continue Lendo