segunda-feira, 07 de setembro de 202614:38:47
Sol
TV Alagoas
PolíticaJustiça Federal suspende mina de lítio em Minas GeraisPolíticaFachin aguarda explicações de ministros sobre crise no STFGeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORAPolíticaAfD conquista vitória histórica nas eleições estaduais da Saxônia-AnhaltPolíticaAgenda dos presidenciáveis para o feriado de 7 de SetembroInternacionalAcidente com avião de carga em Miami deixa 5 mortosCulturaRádio Nacional lança série especial do programa No Mundo da BolaEconomiaSenado aprova MP que zera imposto sobre compras internacionais até 50 dólaresGeralMega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 48 milhões; veja os númerosGeralIBGE lança mapas-múndi inéditos a partir de amanhã, 7 de setembro

Não há intenção de intromissão em política cambial com emissões externas, diz Daniel Leal

Redação04 de fevereiro de 2025
Não há intenção de intromissão em política cambial com emissões externas, diz Daniel Leal
© Foto: Tribuna do Sertão

O subsecretário da Dívida Pública, Daniel Leal, rejeitou que exista qualquer intenção de o Tesouro “se intrometer” na política cambial ao fazer emissões externas.

O subsecretário da Dívida Pública, Daniel Leal, rejeitou que exista qualquer intenção de o Tesouro “se intrometer” na política cambial ao fazer emissões externas. “Não existe intenção de se intrometer na política cambial fazendo emissão externa para vender dólar em mercado e segurar taxa de câmbio. Sinceramente, não é isso que faria a diferença”, afirmou Leal a jornalistas, lembrando que a política cambial e monetária é de gestão do Banco Central.

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, foi na mesma linha e destacou que as emissões do Tesouro não guardam nenhuma relação com a política cambial. Ainda sobre o volume de emissões externas que possa haver neste ano, ele apenas declarou que o órgão quer ter presença “forte” no mercado internacional ou “na medida do possível” do que for demandado pelos investidores.

Sobre o colchão da dívida, Leal ainda respondeu não está na estratégia atual do Tesouro solicitar o resultado do BC da equalização cambial para incrementar a reserva de liquidez. Ele repetiu que o colchão está num nível confortável, embora o índice de liquidez esteja no menor nível desde 2015.

Mesmo assim, o nível atual da reserva de liquidez garante o pagamento dos próximos 6,24 meses de vencimentos, sendo que o Tesouro trabalha com um mínimo prudencial equivalente a uma reserva para três meses de vencimentos. Por isso, Leal argumentou que não há motivo para preocupação.

Tags:
Daniel lealEconomiaPolítica cambialTesouroDívida pública

Continue Lendo