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Líder do PCC é preso após usar documento falso na Bolívia

Redação17 de maio de 2025
Líder do PCC é preso após usar documento falso na Bolívia
© Foto: YouTube

Uma ação conjunta entre a Polícia Federal e a Fuerza Especial de Lucha contra el Crimen, da Bolívia, prendeu na sexta-feira, 16, Marcos Roberto de Almeida, o Tuta, apontado como uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Uma ação conjunta entre a Polícia Federal e a Fuerza Especial de Lucha contra el Crimen, da Bolívia, prendeu na sexta-feira, 16, Marcos Roberto de Almeida, o Tuta, apontado como uma das principais lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Ele estava foragido e foi preso oficialmente pelo uso de documento falso na cidade de Santa Cruz de La Sierra. Em 2020, Tuta chegou a ser apontado como principal liderança do PCC fora da prisão e já foi chamado de ‘novo Marcola’ pelo promotor Lincoln Gakya, especialista no combate à facção criminosa.

A PF não divulgou oficialmente quem é o preso, mas uma fonte na corporação disse ao Estadão que se trata de Tuta. A identidade dele foi confirmada biometricamente na manhã deste sábado, 17. O oficial de ligação da corporação em Santa Cruz de La Sierra negocia os trâmites para extraditar o criminoso para o Brasil.

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“O indivíduo permanece sob custódia das autoridades bolivianas, aguardando a confirmação de sua identidade e os procedimentos legais que poderão resultar em sua expulsão ou extradição ao Brasil”, disse a Polícia Federal em seu comunicado oficial na noite de sexta-feira. De acordo com a corporação, Tuta está na Lista de Difusão Vermelha da Interpol, “o que motivou a intensificação dos esforços para sua localização e captura”.

Como mostrou o Estadão, Tuta e outras três pessoas foram condenadas em fevereiro de 2024 pela Justiça de São Paulo por associação criminosa e lavagem de dinheiro. Dos quatro, ele era o único que estava foragido e não cumpria a pena, de 12 anos e seis meses de prisão. A condenação ocorreu após denúncia do Ministério Público do Estado (MP-SP) no âmbito da Operação Sharks. O grupo teria movimentado mais de R$ 1 bilhão para o PCC.

Tuta chegou a ser alvo de pedido de prisão preventiva em setembro de 2023, mas não foi encontrado. Uma investigaçã

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