domingo, 04 de outubro de 202613:01:24
Chuva 65%
TV Alagoas
PolíticaCrimes eleitorais: entenda e saiba como denunciarGeralVotação na 6ª Zona Eleitoral de São Paulo ocorre sem filasGeralEleições 2026: o que é permitido usar para votarPolíticaIrã condiciona reabertura do Estreito de Ormuz a sete exigênciasCulturaRádio Nacional lança nova temporada de Música do Mundo neste domingoEconomiaSancionada lei que reduz tributos para resseguradoras brasileirasGeralMaceió reforça transporte público para eleições 2026EducaçãoVisita da Educação de São Paulo ao Gigantinho em Maceió destaca ensino bilíngueGeralBanco da Mulher já apoiou mais de 7.300 empreendedoras em MaceióGeralTransformação no Vergel do Lago melhora vida de moradoresSaúdeMaceió inicia vacinação pneumocócica para maiores de 85 anos na segundaGeralTransformações em Clima Bom e região trazem novos serviços e oportunidades

Irã condiciona reabertura do Estreito de Ormuz a sete exigências

Redação04 de outubro de 2026
Irã condiciona reabertura do Estreito de Ormuz a sete exigências

O Estreito de Ormuz não será reaberto até que sejam cumpridas as sete condições iranianas estabelecidas em um acordo provisório firmado em junho com os Estados Unidos (EUA), informou a mídia estatal, citando declarações do presidente do Par

O Estreito de Ormuz não será reaberto até que sejam cumpridas as sete condições iranianas estabelecidas em um acordo provisório firmado em junho com os Estados Unidos (EUA), informou a mídia estatal, citando o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, neste domingo (4).

O Irã apresentou uma proposta durante a Assembleia Geral da ONU, afirmando que a via navegável poderia ser reaberta em até sete dias caso as condições fossem atendidas. Os EUA responderam a essa proposta, na semana passada, por meio de intermediários do Catar.

“A posição da República Islâmica do Irã é totalmente clara e firme, e o Estreito de Ormuz não será reaberto até que nossas sete condições, baseadas no Memorando de Entendimento de Islamabad, sejam cumpridas”, disse Qalibaf.

Ele ressaltou que Washington “precisa compreender que o período de prolongamento do processo (diplomático) e de imposição de exigências unilaterais chegou ao fim”.

Publicidade
Cesmac

Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores afirmou que Teerã havia esclarecido suas posições gerais, por meio de mediadores, em resposta aos EUA, mas que ainda havia pontos adicionais a serem comunicados a Washington.

“As propostas dos norte-americanos estão mais ou menos alinhadas com suas posições anteriores, especificamente sobre a questão nuclear. Dissemos a eles que nosso foco nesta fase é a questão do Estreito de Ormuz e que o retorno à segurança nessa via navegável exige medidas claras por parte dos EUA”, declarou o porta-voz Esmaeil Baghaei.

Ele também negou que Teerã tivesse oferecido à agência nuclear da ONU inspeções em suas instalações nucleares em troca do alívio das sanções dos EUA, afirmando que o Irã não havia iniciado negociações nucleares com Washington.

O documento que está circulando delineia um período de sete dias para a construção de confiança, visando levar as partes de volta a uma versão aprimorada do memorando de entendimento acordado em junho, incluindo medidas concretas sobre o programa nuclear do Irã, segundo uma autoridade a par das negociações.

A divergência gira em torno da sequência das medidas, e não dos componentes do plano, acrescentou a autoridade.

O Catar vem transmitindo mensagens entre Washington e Teerã, em um esforço para pôr fim ao conflito e reabrir o Estreito de Ormuz, por onde passava um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo antes da guerra que começou no final de fevereiro com ataques dos EUA e de Israel ao Irã.

Continue Lendo