segunda-feira, 07 de setembro de 202619:48:02
Sol
TV Alagoas
InternacionalNepal busca 100 trabalhadores presos após enchentes devastadorasCulturaExposição 'Amazônicas' no CCBB RJ destaca arte de mulheres da AmazôniaGeralAmbulantes buscam sustento durante o Desfile de 7 de Setembro em BrasíliaGeralDesfile cívico-militar do Dia da Independência ocorre em BrasíliaCulturaRádio Nacional comemora 90 anos com programação especial de memóriasGeralPrescrição de produtos veterinários sujeitos a controle especial é tema de palestra para médicos-veterinários e estudantes da área em ArapiracaPolíticaPresidente do TRE/AL visita Zonas Eleitorais no sertão e em ArapiracaPolíticaJustiça Federal suspende mina de lítio em Minas GeraisPolíticaFachin aguarda explicações de ministros sobre crise no STFGeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORA

Inflação na Argentina fica em 2,7% em outubro e chega a 193% em um ano

Redação12 de novembro de 2024
Inflação na Argentina fica em 2,7% em outubro e chega a 193% em um ano
© Foto: ISTOÉ DINHEIRO

A inflação na Argentina voltou a desacelerar e se moderou para 2,7% em outubro, com uma taxa anual de 193%, informou nesta terça-feira (12) o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

A inflação na Argentina voltou a desacelerar e se moderou para 2,7% em outubro, com uma taxa anual de 193%, informou nesta terça-feira (12) o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

Esse número, o mais baixo para um mês desde novembro de 2021, representa uma queda em relação aos 3,5% de setembro. Nos primeiros 10 meses do ano, os preços na Argentina acumulam uma alta de 107%.

“A diferença [entre o dólar oficial e o paralelo] está nos mínimos históricos dos últimos cinco anos; a economia está se recuperando. Nunca houve um momento melhor que este”, disse o ministro da Economia, Luis Caputo, nesta terça-feira.

Publicidade
Cesmac

Enquanto isso, a Argentina atravessa uma forte recessão, com três trimestres consecutivos de queda no Produto Interno Bruto (PIB), e uma contração de 3,5% prevista para este ano, segundo projeções divulgadas pelo Banco Mundial em outubro.

Para o presidente Javier Milei, isso é coisa do passado: “Hoje já podemos dizer que a recessão acabou e que, daqui para frente, tudo o que resta é crescimento”, afirmou na segunda-feira.

Alguns setores vêm moderando os aumentos de preços há pelo menos seis meses, em meio a uma queda do consumo.

No entanto, outros setores registraram aumentos superiores à média de 107% desde dezembro de 2023, quando Milei assumiu, até outubro de 2024. Entre esses setores estão a tarifa de água (289%), energia elétrica (162%), gás natural (715%) e transporte (601%), segundo dados do Observatório de Tarifas e Subsídios da Universidade de Buenos Aires.

Tags:
Economia

Continue Lendo