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Custo do adiamento é inferior ao do concurso, ‘mas não é tão baixo’, diz ministra

Redação03 de maio de 2024
Custo do adiamento é inferior ao do concurso, ‘mas não é tão baixo’, diz ministra
© Foto: Guarulhos Web

A ministra da Gestão, Esther Dweck, disse nesta sexta-feira, 3, que ainda não há um custo exato que o adiamento do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) terá, mas que não será um valor baixo.

A ministra da Gestão, Esther Dweck, disse nesta sexta-feira, 3, que ainda não há um custo exato que o adiamento do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) terá, mas que não será um valor baixo. Segundo a ministra, o gasto vai variar, principalmente, a depender das questões logísticas até a nova data de realização do exame.

“A gente não tem ainda o custo exato. Não sabemos se vamos manter a mesma prova, se vai ser deslocada. A gente tinha um custo inicial, que foi inclusive inferior ao valor arrecadado no concurso. Mas a gente terá um custo, não tem como precisar. Vai depender da logística”, afirmou.

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Segundo Esther Dweck, ao adiar o exame hoje, o governo não terá o custo com fiscais, mas já teve de arcar com os gastos com o transporte das provas até as cidades de aplicação do exame.

“Ao cancelar hoje, a gente não tem um custo com fiscais. Mas a gente já tinha tido todo o custo de levar as provas até a ponta. É inferior ao total, mas não é tão baixo assim”, afirmou. Esther Dweck reforçou, porém, que se trata de “um custo baixo diante da situação que estamos vivendo”.

A ministra disse que o dinheiro para garantir a aplicação do exame vai sair do Orçamento da União. O governo já está discutindo um remanejamento interno nesse sentido. Segundo a ministra, o próprio adiamento da entrada dos servidores públicos também deve ter um impacto ainda a ser mensurado (ou seja, a União gastaria menos neste ano já que a entrada desses trabalhadores seria adiada por um período).

O CPNU teve 2,1 milhões de inscritos. O ministro da Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, disse mais cedo que eventual adiamento das provas custaria R$ 50 milhões. Pimenta afirmou que o governo avaliava como dar segurança jurídica a qualquer medida para facilitar a participação de pessoas afetadas pelas chuvas em solo gaúcho no concurso.

A ministra disse que, com o adiamento, todos candidatos terão as mesmas condições para as provas. Não há uma nova data para a realização do exame. Segundo Dweck, em algumas semanas, "talvez menos", o governo deve divulgar nova data para o concurso.

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