segunda-feira, 07 de setembro de 202615:26:37
Sol
TV Alagoas
PolíticaJustiça Federal suspende mina de lítio em Minas GeraisPolíticaFachin aguarda explicações de ministros sobre crise no STFGeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORAPolíticaAfD conquista vitória histórica nas eleições estaduais da Saxônia-AnhaltPolíticaAgenda dos presidenciáveis para o feriado de 7 de SetembroInternacionalAcidente com avião de carga em Miami deixa 5 mortosCulturaRádio Nacional lança série especial do programa No Mundo da BolaEconomiaSenado aprova MP que zera imposto sobre compras internacionais até 50 dólaresGeralMega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 48 milhões; veja os númerosGeralIBGE lança mapas-múndi inéditos a partir de amanhã, 7 de setembro

Aumento dos professores deve causar impacto de até R$ 8 bilhões

Redação22 de janeiro de 2026
Aumento dos professores deve causar impacto de até R$ 8 bilhões
© Foto: Sérgio Barzaghi /Governo do Estado de São Paulo / A Confederação Nacional dos Municípios defende que a correção do piso salarial “deve ser negociado” entre os municípios e seus professores

A Confederação Nacional dos Municípios manifestou ‘inconformidade’ com a Medida Provisória assinada nesta quarta-feira (21) que estabelece aumento de 5,4% na remuneração de profissionais da rede básica de ensino público de todo país

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estima que o reajuste do piso dos professores cause impacto de até R$ 8 bilhões aos cofres municipais. Por meio de nota, a entidade “manifestou inconformidade” com a Medida Provisória (MP) assinada nesta quarta-feira (21) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que determina aumento de 5,4% na remuneração de profissionais da rede básica de ensino público de todo país.

A entidade argumentou que a medida tem fins “oportunistas e eleitoreiros”. “É inaceitável que, após anos de silêncio diante de reajustes elevados e ilegais, agora, quando o índice sinaliza 0,37%, o governo federal se mobiliza para editar uma MP sob argumento de ‘injustiça’ no cálculo, essa incoerência fere a lógica da gestão pública responsável e evidência o uso político de um instrumento que deveria ser técnico e estável”, declarou a CNM.

Segundo a confederação, devido as “condições fiscais e orçamentárias” de cada local, a correção do piso salarial “deve ser negociado” entre os municípios e os seus professores. A CNM ainda reiterou a “posição histórica” para que as discussões de reajuste dos salários tenham como base a inflação do ano anterior, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).


Continue Lendo