segunda-feira, 07 de setembro de 202619:02:27
Sol
TV Alagoas
InternacionalNepal busca 100 trabalhadores presos após enchentes devastadorasCulturaExposição 'Amazônicas' no CCBB RJ destaca arte de mulheres da AmazôniaGeralAmbulantes buscam sustento durante o Desfile de 7 de Setembro em BrasíliaGeralDesfile cívico-militar do Dia da Independência ocorre em BrasíliaCulturaRádio Nacional comemora 90 anos com programação especial de memóriasGeralPrescrição de produtos veterinários sujeitos a controle especial é tema de palestra para médicos-veterinários e estudantes da área em ArapiracaPolíticaPresidente do TRE/AL visita Zonas Eleitorais no sertão e em ArapiracaPolíticaJustiça Federal suspende mina de lítio em Minas GeraisPolíticaFachin aguarda explicações de ministros sobre crise no STFGeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORA

AGU reitera pedido ao STF para que Minas Gerais volte a pagar dívida de R$ 160 bi

Redação01 de agosto de 2024
AGU reitera pedido ao STF para que Minas Gerais volte a pagar dívida de R$ 160 bi

A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou nova manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) defendendo que Minas Gerais retome o pagamento de dívida de cerca de R$ 160 bilhões com a União.

A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou nova manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) defendendo que Minas Gerais retome o pagamento de dívida de cerca de R$ 160 bilhões com a União. O último prazo concedido pela Corte vence amanhã, 1º de agosto.

Na tarde desta quarta-feira, 31, o governador mineiro, Romeu Zema (Novo), pediu que o Supremo prorrogue o prazo até 28 de agosto. Nessa data, o plenário da Corte deve reiniciar julgamento da decisão do ministro Kássio Nunes Marques, relator do caso, que suspendeu o pagamento da dívida por 90 dias. Na petição, Zema afirmou que ainda não se encontrou o "ponto de equilíbrio necessário" para a adesão da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ao planejamento fiscal apresentado em 10 de junho.

Desde dezembro de 2023, o Supremo prorrogou o prazo quatro vezes. A última foi em 16 de julho pelo ministro Edson Fachin, vice-presidente do Supremo, durante o recesso judiciário. Ele estendeu a suspensão até o dia 1º, quando o relator poderá analisar o pleito do governo mineiro. O Estado alega inércia da assembleia legislativa em apreciar o projeto de lei que autoriza a adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF).

Publicidade
Cesmac

A AGU argumentou que uma nova prorrogação não é necessária porque, em caso de não homologação do RRF, o vencimento da primeira parcela da dívida ocorre no primeiro dia do segundo mês subsequente. No caso, 1º de outubro.

O RRF permite que Estados em desequilíbrio fiscal tenham acesso a benefícios fiscais, entre eles a suspensão das dívidas com a União pelo prazo de 12 meses, desde que adotem contrapartidas para restabelecer o equilíbrio das contas.

"Apesar do pedido original de superação do bloqueio legislativo para permitir sua adesão ao RRF, o que se observa é que o ente mineiro apenas está gozando do benefício da suspensão de sua dívida por sucessivos períodos, sem retomar os pagamentos, nem ao menos implementar satisfatoriamente as medidas de reequilíbrio", aponta a AGU.

Tags:
Economia

Continue Lendo