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Sindicatos pressionam Senado por votação da PEC 6x1 antes de 2026

Redação04 de setembro de 2026
Sindicatos pressionam Senado por votação da PEC 6x1 antes de 2026

As principais centrais sindicais do Brasil articulam pressionar os senadores em cada unidade da federação (UF) para antecipar a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala de seis dias de trabalho por um de descanso e reduz a jornada para 40 horas semanais. Com início nes...

As principais centrais sindicais do Brasil iniciaram um movimento neste fim de semana para pressionar o Senado a votar a PEC 221 de 2019, que propõe o fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso e reduz a jornada para 40 horas semanais, antes do primeiro turno das eleições de 2026.

Sérgio Nobre, presidente da CUT, afirmou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi pressionado por empresários e senadores da oposição a adiar a votação para após as eleições, o que permitiria aos parlamentares "trair o povo". Ele acredita que a votação pode ser antecipada com forte pressão popular.

O Fórum das Centrais Sindicais, que reúne as principais entidades sindicais do país, definiu uma agenda de ações para apoiar a PEC, incluindo panfletagens e mobilizações nas redes sociais. As centrais também solicitarão uma audiência com Alcolumbre para defender a votação antes do 1º turno.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, criticou o adiamento da votação, afirmando que mais de 70% da população apoia a PEC. As centrais sindicais argumentam que a proposta melhora a qualidade de vida dos trabalhadores e que os custos podem ser absorvidos pelas empresas.

Por outro lado, as confederações patronais, como a CNC, se opõem à PEC, alegando que ela aumenta os custos das empresas e pode prejudicar a economia. A CNC pediu o adiamento da votação para permitir uma análise técnica e responsável dos impactos.

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