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Segurança viária baseada em evidências ganha destaque em posicionamento do Adrualdo Catão, da SENATRAN

Redação25 de abril de 2026
Segurança viária baseada em evidências ganha destaque em posicionamento do Adrualdo Catão, da SENATRAN
© Reprodução

O debate sobre segurança no trânsito brasileiro precisa avançar com responsabilidade, dados concretos e compromisso com a vida. Esse foi o tom do posicionamento do secretário nacional de trânsito, Adrualdo Catão, ao destacar que a redução de mortes e sinistros nas vias não pode ser guiada por achismos ou discursos vazios, mas sim por políticas públicas baseadas em evidências.


Segundo Catão, enfrentar a violência no trânsito exige abandonar soluções simplistas e investir no que, de fato, apresenta resultados comprovados: infraestrutura de qualidade, fiscalização eficiente e educação voltada para comportamentos seguros. Ele reforça que a segurança viária não deve ser tratada como responsabilidade exclusiva do indivíduo, mas como um compromisso coletivo que envolve o poder público e a sociedade.

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O secretário também destacou que essa abordagem segue princípios já consolidados internacionalmente, como o conceito de “Visão Zero”, que parte da premissa de que nenhuma morte no trânsito é aceitável. No Brasil, essa lógica vem sendo incorporada como referência pelo Ministério dos Transportes e pela própria SENATRAN.


Dados recentes reforçam essa estratégia. Em 2025, as rodovias federais registraram queda nos principais indicadores de violência no trânsito, incluindo redução no número de sinistros, mortes e feridos em comparação ao ano anterior. O cenário marca uma mudança importante: a interrupção de um ciclo de agravamento observado desde 2019.


Para Catão, esses resultados não são fruto de retórica, mas sim de ações concretas e coordenadas. “A melhora aparece quando o poder público atua sobre as causas reais do problema”, defende. Entre essas ações, ele destaca melhorias na qualidade das estradas, aprimoramento da gestão, aumento da fiscalização e campanhas consistentes de conscientização.


A conclusão é clara: salvar vidas no trânsito depende de decisões técnicas, planejamento e continuidade de políticas públicas eficazes. Mais do que discursos, os dados indicam que investir em infraestrutura, fiscalização e educação é o caminho mais seguro para reduzir tragédias e promover um trânsito mais humano no Brasil.

Fonte: Redação com assessoria

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