Segurança cibernética: EUA sugere novas regras para aumentar a segurança de dados no sistema de saúde

Um escritório do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) sugeriu recentemente que novos requisitos sejam implementados para aprimorar a segurança cibernética dos dados de pacientes de organizações de saúde.
Um escritório do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) sugeriu recentemente que novos requisitos sejam implementados para aprimorar a segurança cibernética dos dados de pacientes de organizações de saúde. A medida serve como uma prevenção contra ataques hackers e pode proteger desde hospitais à clínicas e demais empresas que fornecem serviços ligados às áreas da saúde.
A proposta foi sugerida pelo Escritório de Direitos Civis (OCR), que pertence ao HHS, e visa obrigar as empresas e clínicas de saúde a aplicar planos de segurança que incluam a autenticação multifator, o que poderia segmentar as redes de dados e diminuiria os riscos de invasões.
A ampliação dos protocolos de segurança promete dificultar o acesso não autorizado de cibercriminosos aos dados sigilosos dos pacientes e organizações, o que combate possíveis vazamentos de dados, como aquele ocorrido no final de outubro que quebrou o sigilo de mais de 100 milhões de pacientes da UnitedHealth.
Para quem tem pressa:
- O Escritório de Direitos Civis (OCR) do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (HHS) deseja implementar novas regras para proteger os dados médicos dos pacientes nos EUA;
- A medida serve para aumentar a segurança de clínicas, hospitais, seguradoras de saúde e mais, a fim de prevenir que hackers invadam seus softwares e roubem informações sigilosas;
- Proposta deve ser publicada oficialmente no início do ano que vem.

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Segundo Anne Neuberger, a vice-conselheira de segurança nacional dos Estados Unidos, é estimado que o valor para implementar o novo sistema e seus requisitos atinja em torno de 9 bilhões de dólares no primeiro ano e mais 6 bilhões nos anos seguintes. A informação foi dada numa entrevista à Reuters, uma agência britânica de notícias.
A proposta oficial deve ser publicada no Federal Register no próximo 6 de janeiro.
Fonte: Olhardigital




