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Polícia identifica suspeitos de planejar ataque a bomba na Avenida Paulista

Estadão Conteudos03 de fevereiro de 2026
Polícia identifica suspeitos de planejar ataque a bomba na Avenida Paulista
© Foto: Eduardo Knapp/Folhapress / Avenida Paulista, na região central de São Paulo, seria alvo dos ataques, segundo autoridades

Conforme a investigação, integrantes de um grupo virtual planejavam o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov como forma de \"manifestação\" sem pauta definida

A Polícia Civil realizou uma ação para impedir um possível ataque a bomba que estava sendo planejado para hoje, e que tinha como alvo a Avenida Paulista, um dos principais cartões-postais de São Paulo.


Ao todo, 12 suspeitos de participar da ação, com idades entre 15 e 30 anos, foram identificados e conduzidos para prestar esclarecimentos, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP).

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Conforme a investigação, integrantes de um grupo virtual planejavam o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov como forma de "manifestação" sem pauta definida, mas com o objetivo de causar pânico e incitar a violência.

Mais cedo, a Polícia Civil do Rio informou que impediu um ataque terrorista que seria realizado hoje com o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov no centro da capital do Estado.


Como mostrou o Estadão, a ação planejada era uma manifestação antidemocrática a ser realizada em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Três suspeitos foram presos. A relação entre os dois casos, de Rio e São Paulo, é apurada.

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Em São Paulo, a ação de hoje resulta de um trabalho de inteligência do Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), braço da Polícia Civil que monitora possíveis comportamentos criminosos nas redes sociais.

"É um trabalho de antecipação, de chegar na frente antes que aconteça", disse em coletiva o secretário da Segurança Pública do Estado, delegado Osvaldo Nico Gonçalves.


"Não tinha pauta nenhuma, mas eles (os alvos da operação desta segunda) queriam tumultuar, angariando pessoas para fazer uma manifestação e para fazer um tipo de 'atentado'", acrescentou.


Com apoio da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber), os investigadores do núcleo identificaram que os alvos envolvidos atuavam a partir da capital e de cidades da região metropolitana e do interior do Estado.

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