Ouro Bate Novo Recorde e Passa dos R$ 4,2 Mil a Onça

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
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Nesta quarta-feira 915), o ouro ampliou o seu rali, com a onça cotada a US$ 4,2 mil (R$ 22.680,00). A valorização do metal está impulsionada pelas expectativas de que o Federal Reserve (Fed) corte novamente a taxa de juros dos EUA, em meio ás incertezas econômicas e políticas, o que também motiva a busca pelo ouro. Até o momento, o metal subiu 59% neste ano. As fortes compras de bancos centrais, uma tendência mais ampla de desdolarização e entradas robustas de fundos negociados em bolsa também estão influenciando a alta.
Mais cedo, o ouro à vista tinha alta de 1,4%, a US$ 4.200,12 (R$ 22.680,65) a onça, depois de atingir um recorde de US$4.217,95 (R$ 22.776,93). Os contratos futuros do metal dos Estados Unidos para entrega em dezembro ganhavam 1,3%, para US$ 4.216,20 (R$ 22.769,48). “O prolongamento da paralisação do governo dos EUA, os comentários mais ‘dovish’ das autoridades do Fed e a contínua escalada das tensões comerciais entre os EUA e a China provavelmente darão suporte a novos ganhos nos preços do ouro”, disse Ricardo Evangelista, analista da ActivTrades. Segundo ele, não parece impossível que o metal atinja o valor de US$ 5 mil (R$ 27 mil) no médio e longo prazo. Perto das 10h (horário de Brasília), o dólar caía em relação a uma cesta de pares, depois que comentários do chair do Federal Reserve, Jerome Powell, reforçaram as apostas em uma série de cortes nos juros nos próximos meses.
Os operadores estão precificando uma redução de 25 pontos-base em outubro e outra em dezembro, com chances de 96% e 93%, respectivamente.
Fonte: Forbes Brasil




