segunda-feira, 07 de setembro de 202615:27:16
Sol
TV Alagoas
PolíticaJustiça Federal suspende mina de lítio em Minas GeraisPolíticaFachin aguarda explicações de ministros sobre crise no STFGeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORAPolíticaAfD conquista vitória histórica nas eleições estaduais da Saxônia-AnhaltPolíticaAgenda dos presidenciáveis para o feriado de 7 de SetembroInternacionalAcidente com avião de carga em Miami deixa 5 mortosCulturaRádio Nacional lança série especial do programa No Mundo da BolaEconomiaSenado aprova MP que zera imposto sobre compras internacionais até 50 dólaresGeralMega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 48 milhões; veja os númerosGeralIBGE lança mapas-múndi inéditos a partir de amanhã, 7 de setembro

OMS não recomenda fechar fronteiras devido a casos do vírus Nipah

Jovem Pan News30 de janeiro de 2026
OMS não recomenda fechar fronteiras devido a casos do vírus Nipah
© Foto: Guilhem Vellut/Creative Commons / O vírus Nipah, com uma letalidade entre 40% e 75% e para o qual também não há vacina, foi relatado pela primeira vez em 1998

Na última terça, a organização avaliou como ‘baixo’ o risco de expansão da doença na Índia, observando que o país tem experiência na contenção de surtos anteriores

A Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda o fechamento de fronteiras nem restrições a viagens em relação aos dois casos de vírus Nipah — um patógeno de alta letalidade para o qual não há tratamento específico — registrados na Índia, afirmou nesta sexta-feira (30) uma responsável da agência.

“A forma mais eficaz de conter o vírus quando há um surto é no local de contágio, por meio de uma resposta local que inclua o cuidado dos afetados, um monitoramento de perto dos contatos e informações à opinião pública sobre como evitar as infecções”, disse em entrevista coletiva Anais Legand, do departamento de Patógenos de Alto Risco da OMS.

A especialista ressaltou que a medição de temperatura de viajantes procedentes da zona afetada, algo que alguns países próximos à Índia colocaram em prática desde a declaração dos casos, é “uma escolha que os países podem fazer”, embora não a tenha considerado uma restrição às viagens em si.

Publicidade
Cesmac

Legand lembrou que a OMS foi notificada no último dia 26 sobre os dois casos, um deles ainda em estado grave, sem que por enquanto tenham sido detectados novos contágios, embora cerca de 190 contatos estejam sob monitoramento.

O vírus Nipah, com uma letalidade entre 40% e 75% e para o qual também não há vacina, foi relatado pela primeira vez em 1998 e, desde então, ocorreram surtos em Bangladesh, Índia, Malásia, Filipinas e Singapura, lembrou a responsável da OMS.

Normalmente, o vírus é transmitido por animais como morcegos frugívoros, ou pelo consumo de alimentos contaminados por eles, embora tenham ocorrido alguns contágios de humano para humano, ressaltou ela na coletiva.

“Isso ocorreu de forma limitada, em condições de contato prolongado com um paciente doente sem usar a proteção adequada” (trajes de proteção EPI), especificou.

Anais Legand afirmou que a OMS recomenda às pessoas em zonas afetadas que apresentem sintomas que procurem um médico o mais rápido possível, embora tenha reconhecido que, no início da doença, os sinais podem não ser muito claros.

“O primeiro sintoma na maioria dos pacientes é febre e, em alguns casos, dores de cabeça e confusão”, explicou, indicando que outros possíveis indícios podem ser problemas respiratórios, tosse, tonturas, fadiga ou vômitos.

Na última terça, a OMS avaliou como “baixo” o risco de expansão do vírus Nipah na Índia, observando que o país tem experiência na contenção de surtos anteriores.

*Com informações da EFE

Continue Lendo