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Muitas vezes quem dá o ritmo do ajuste fiscal é o Congresso, afirma Haddad

Redação22 de maio de 2024
Muitas vezes quem dá o ritmo do ajuste fiscal é o Congresso, afirma Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira, 22, que, apesar do desejo da área econômica em fazer ajustes fiscais necessários nas contas públicas o mais rápido possível, cabe ao Congresso Nacional verificar o ritmo da aprovação das propostas.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira, 22, que, apesar do desejo da área econômica em fazer ajustes fiscais necessários nas contas públicas o mais rápido possível, cabe ao Congresso Nacional verificar o ritmo da aprovação das propostas. "O Congresso que dá ritmo, não o Executivo", disse o ministro, durante audiência na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados para discutir a política econômica do País.

Haddad reforçou que as propostas da área econômica vão ensejar debate na Câmara e aperfeiçoamentos durante o processo de tramitação.

O ministro disse acreditar que o governo está indo "bastante bem" no que diz respeito à agenda fiscal.

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Ele voltou a citar o passivo fiscal existia na passagem da gestão do ex-presidente da República Jair Bolsonaro para o atual governo, que, segundo ele, precisou ser enfrentado.

O caminho escolhido, reforçou, foi cortar gastos tributários que não se justificavam do ponto de vista social.

Ele reconheceu o trabalho de parceria feito entre Fazenda e Congresso, já que a equipe econômica enviou demandas consideradas "delicadas" à sociedade, ao citar nominalmente a proposta que previa o fim do Perse.

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Tags:
Economia

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