terça-feira, 22 de setembro de 202615:08:31
Sol
TV Alagoas
GeralDefesa Civil alerta para risco de inundação no Rio TaquariPolicialEstudante fere 11 em tiroteio em escola na TurquiaCulturaDilermando Reis, violonista, completa 110 anos hojeGeralChuvas e alertas de tempestade em várias regiões do BrasilCulturaConceição Evaristo estreia como atriz e é homenageada no CineBHGeralMPF em Alagoas alerta contra uso de sua marca em propaganda eleitoralPolíticaLula e Renan Filho conectam programas de governo em ato que marca reta final da campanha em AlagoasGeralIplam lança cartilha para explicar impactos de grandes empreendimentos em MaceióGeralEm Maceió, 2ª edição dos Jogos Municipais Escolares reúne mais de 600 estudantes em seis dias de competiçãoGeralPGE recomenda sanção de lei que reorganiza cartórios de AlagoasGeralPrefeitura de Maceió pode captar R$ 2,17 mi para o Natal via Lei RouanetGeralJustiça manda bloquear contas, cotas de TV e patrocínios do CSA

Ministério da Justiça demite Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

Redação21 de setembro de 2026
Ministério da Justiça demite Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que conclu...

O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono de cargo. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (21) e se baseia em processo administrativo que identificou faltas injustificadas por mais de 30 dias consecutivos.

A demissão está fundamentada na Lei nº 15.047, de 2024, que prevê penalidades para abandono de cargo. Eduardo estava afastado para exercer mandato na Câmara dos Deputados, mas deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos EUA. Seu mandato foi cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões da Câmara.

Além disso, Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. A decisão também determinou sua inelegibilidade por oito anos e a perda do cargo de escrivão. O STF considerou que ele atuou para estimular sanções dos EUA contra o Brasil.

Continue Lendo