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Lua inicia abril em conjunção com Júpiter

Redação02 de abril de 2025
Lua inicia abril em conjunção com Júpiter

Dando início à "turnê mensal" de abril pelos planetas do Sistema Solar, a Lua vai visitar Júpiter nesta quarta-feira (2).

Dando início à "turnê mensal" de abril pelos planetas do Sistema Solar, a Lua vai visitar Júpiter nesta quarta-feira (2). Na ocasião, nosso maior vizinho vai aparecer no céu bem próximo do satélite natural da Terra, em um fenômeno conhecido como conjunção astronômica.

De acordo com o site In-The-Sky.org, isso acontece às 21h24 (todos os horários mencionados estão no fuso de Brasília). Nesse momento, a Lua vai passar a pouco mais de 5º ao norte de Júpiter.

De São Paulo, o par estará visível a partir das 18h13, aparecendo 36° acima do horizonte noroeste, permanecendo juntos no céu até 21h37 – poucos minutos após a conjunção.

Configuração do céu no momento da conjunção entre a Lua e Júpiter nesta quarta-feira (2). Crédito: SolarSystemScope
Enquanto a Lua estará em magnitude de -11.3, a de Júpiter será de -2.1, com ambos na constelação de Touro. Quanto mais brilhante um objeto parece, menor é o valor de sua magnitude (relação inversa). O Sol, por exemplo, que é o corpo mais brilhante do céu, tem magnitude aparente de -27.

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A dupla não estará próxima o suficiente para caber no campo de visão de um telescópio ou par de binóculos, mas será visível a olho nu.

Neste mês, a Lua ainda passa por Marte (5), Vênus (24), Mercúrio e Saturno (25), finalizando em um novo encontro com Júpiter (30). Essa série de conjunções que a Lua faz mensalmente ocorre porque ela orbita a Terra aproximadamente no mesmo plano em que os planetas orbitam o Sol, chamado plano da eclíptica.

Lua e Júpiter aparecem bem próximos no céu noturno desta quarta-feira (2). Crédito: buradaki – Shutterstock
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Fenômeno magnético em Júpiter produz tempestades do tamanho da Terra

Cientistas planetários descobriram que tornados magnéticos em Júpiter estão gerando anticiclones aproximadamente do tamanho da Terra.

Essas tempestades, que são visíveis como ovais escuras, mas apenas na luz ultravioleta (UV), ocorrem quando vórtices magnéticos descem da ionosfera até as camadas mais profundas da densa atmosfera do gigante gasoso.

Esses eventos foram detectados pela primeira vez no final da década de 1990 pelo Telescópio Espacial Hubble, da NASA, nos polos norte e sul de Júpiter – saiba mais detalhes aqui.

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ConjunçãoLuaJúpiterCiência e espaço

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