Gigantes do mundo corporativo debatem potencial de Copa do Mundo Feminina no Brasil

A menos de um ano da Copa do Mundo Feminina no Brasil, a Fifa realiza nesta segunda-feira um evento para debater o potencial do torneio de futebol com lideranças do setor público e privado.
A menos de um ano da Copa do Mundo Feminina no Brasil, a Fifa realiza nesta segunda-feira um evento para debater o potencial do torneio de futebol com lideranças do setor público e privado.
Realizado em São Paulo, o Summit aliará a visão de engajamento de marcas como Adidas, Coca-Cola, Hyundai e Visa com o motor de legado socioeconômico de executivos da Fifa, da Embratur e do Ministério do Esporte.
Na largada, Carla Mita, da Visa, Ebru Semize, da Hyundai e André Svartman, da Adidas, participam do painel "Construindo o Próximo Fenômeno Esportivo Global: O Papel dos Patrocinadores na Copa do Mundo Feminina da Fifa 2027"

Na sequência, "Da Paixão ao Negócio: A Nova Era do Futebol Feminino" será o tema do debate entre a jogadora Tamires Dias e Julio Lopez, da Coca-Cola.
Para encerrar os trabalhos, Thiago Januzzi, Diretor Executivo Fifa 2027, Roberto Geveard, da Embratur e Juliana Agatte, secretária-extraordinária para a Copa do Mundo Feminina são os participantes do painel "O Efeito da Copa do Mundo Feminina da Fifa: Grandes Eventos, Turismo e Cultura". Continua após a publicidade
Realizado desde 1991, o torneio desembarca pela primeira vez na América do Sul. Entre 2025 e 2027, a Fifa projeta a realização de 348 jogos de seleções em todo mundo, 116 por temporada, com 180 times entrando nas qualificatórias da Copa do Mundo Feminina.
De acordo com pesquisa da FGV encomendada pela Embratur, o evento do próximo ano deve movimentar quase 9 bilhões de reais e gerar mais de 70 mil postos de trabalho. Publicidade
Fonte: Veja Abril




