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FICCO/AL combate crimes federais e exploração sexual infantil em Maceió

Redação12 de maio de 2026
FICCO/AL combate crimes federais e exploração sexual infantil em Maceió
© Reprodução

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Alagoas (FICCO/AL) deflagrou, nesta terça-feira (12/05), a Operação ASSÍNCRONO II. A ação visa desarticular grupos criminosos envolvidos em furtos contra a Caixa Econômica Federal, falsificação de documentos e crimes de exploração sexual infantil por meio da internet.


Em Maceió, as equipes cumprem dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, tendo sido efetuada uma prisão em flagrante pelo armazenamento de pornografia infantil. A ofensiva local faz parte de uma mobilização nacional realizada simultaneamente em 14 estados da federação.

Desdobramentos e Novos Crimes
A operação é um desdobramento da Operação Assíncrono, ocorrida em março de 2026, que inicialmente investigava o furto e a receptação de equipamentos da Caixa Econômica Federal. Com o avanço das investigações, a polícia identificou uma rede criminosa mais ampla, envolvendo:

Falsificação de documentos: Adulteração de documentos veiculares e notas fiscais;

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Crimes Cibernéticos e Sexuais: Armazenamento e compartilhamento de imagens e vídeos contendo cenas de violência sexual infantil.
Somadas, as penas para esses crimes podem ultrapassar 16 anos de reclusão.

Atuação Integrada
A Operação compõe a ação nacional Força Integrada II e reforça o modelo de cooperação técnica e operacional coordenado pela Polícia Federal. A FICCO baseia-se no conceito de força-tarefa, unindo diferentes instituições de segurança pública, sem hierarquia, para potencializar o enfrentamento ao crime organizado.

Em Alagoas, a FICCO é composta pela Polícia Federal (PF), Polícia Militar (PMAL) e Polícia Penal (PPAL). Atualmente, o modelo conta com 39 unidades distribuídas por todos os estados brasileiros e o Distrito Federal.


Fonte: Comunicação Social da Polícia Federal no Estado de Alagoas SR/PF/AL

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