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Especialista alerta sobre aumento das infecções respiratórias em crianças no outono

Redação13 de maio de 2024
Especialista alerta sobre aumento das infecções respiratórias em crianças  no outono
© Reprodução

Diagnóstico garante maior segurança no atendimento e pode evitar complicações

Nos últimos dias os hospitais, clínicas e postos de saúde têm recebido um número crescente de crianças com síndromes respiratórias, algumas até em estado infeccioso avançado. A médica Rita Silva, especialista em pneumologia infantil, alerta para os perigos dos vírus respiratórios muito presentes neste período do ano.

Abordando a natureza multifacetada das pneumonias, Rita Silva destaca que as infecções podem ser desencadeadas tanto por vírus quanto por bactérias. Ela explica que existem desde casos leves que podem ser tratados em casa até formas bem graves que exigem hospitalização. “A importância do diagnóstico precoce e do manejo adequado de acordo com o estado clínico da criança é fundamental para o melhor resultado no atendimento”, analisou.

"Os principais sintomas de pneumonia são febre alta, tosse, dor torácica, indisposição, inapetência e choro frequente por conta da dor torácica", explica Rita Silva, destacando a variedade de manifestações clínicas observadas.

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"Nós estamos no período do outono onde circulam os vírus respiratórios, que são inúmeros como o influenza A, o influenza B, o H1N1, o adenovírus, o vírus sincicial respiratório e o próprio vírus da Covid. Todos circulam em abundância nesse período do ano e podem causar casos graves", alertou.

Em relação ao aumento de casos de pneumonia nas últimas semanas, Rita Silva aponta para possíveis causas, incluindo a falta de vacinação ou baixa cobertura vacinal, bem como o surgimento de cepas emergentes da bactéria pneumococo que não são contempladas pelas vacinas disponíveis.

“Diante desse cenário desafiador, precisamos ter uma maior conscientização sobre a importância da prevenção e do cuidado às manifestações respiratórias em crianças, visando garantir uma infância saudável e livre de complicações pulmonares”, reforçou.

Fonte: Redação com assessoria

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