Eclipse solar parcial: Olhar Digital transmite ao vivo!

Este ano ficará marcado por quatro eclipses: dois da Lua e dois do Sol.
Este ano ficará marcado por quatro eclipses: dois da Lua e dois do Sol. E o último deles será neste domingo (21): um eclipse solar parcial, que infelizmente não será visto no Brasil. Mas, quem quiser acompanhar o fenômeno não precisa se preocupar – o Olhar Digital vai transmitir tudo, ao vivo, em todas as nossas plataformas!
De um modo geral, eclipses acontecem quando a luz de um astro, própria ou recebida, é parcial ou totalmente bloqueada pela passagem de outro corpo celeste à sua frente. Os fenômenos que mais se destacam nessa categoria são os eclipses solares e lunares.
Sobre os eclipses solares:
- Um eclipse solar ocorre quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, lançando uma sombra sobre determinada área do planeta e bloqueando total ou parcialmente a luz solar;
- Existem três tipos mais conhecidos desse fenômeno: parcial, anular e total;
- Há ainda um quarto padrão, mais raro, que praticamente mistura todos eles: o híbrido (como o que aconteceu em abril de 2023).

Como assistir ao último eclipse de 2025
Você está convidado a acompanhar cada detalhe do eclipse solar parcial em uma transmissão ao vivo, a partir das 14h40 (pelo horário de Brasília), com o Olhar Digital: no YouTube, Facebook, Instagram, LinkedIn e TikTok.
A apresentação é de Bruno Capozzi, editor-executivo, e do astrônomo Marcelo Zurita, presidente da Associação Paraibana de Astronomia (APA), membro da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e diretor técnico da Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon) e nosso colunista. Não perca!
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O que é um eclipse solar parcial
O parcial é o tipo mais comum de eclipse solar. Esse fenômeno acontece quando apenas uma parte do Sol é coberta pela Lua. Nesse caso, praticamente não há alteração da luminosidade do dia.Quando todo o disco solar é bloqueado pela Lua, temos o eclipse total, fazendo o dia escurecer por completo. Já o eclipse solar anular é bem parecido com o total, porque a Lua cobre o Sol, mas deixa um círculo de luz visível em seu entorno – o chamado "Anel de Fogo". Isso acontece porque ela está mais distante da Terra (no apogeu ou próximo a ele), fazendo com que sua circunferência aparente seja menor que a do Sol. 
Onde o evento poderá ser visto?
Desta vez, o espetáculo terá um público presencial muito "seleto", composto por apenas 16,6 milhões de pessoas, o que corresponde a 0,20% da população mundial. Isso porque a Lua vai "mordiscar" o Sol somente nos céus de uma faixa muito estreita do Sul do globo:- Na Antártica, algumas bases de pesquisa terão as melhores condições de observação. A Estação Mario Zucchelli verá 72% do Sol encoberto, a Estação McMurdo registrará 69%, e a plataforma de gelo Ross terá cerca de 65% de ocultação do astro. Já a Base Marambio terá apenas 5%, e a Península Antártica, mais a leste, verá uma cobertura de 12%.
- Na Nova Zelândia, o eclipse começará ao nascer do Sol, com ele parcialmente coberto desde o início. Invercargill terá 72% do disco solar escondido, Christchurch 69%, Wellington 66% e Auckland 60%.
- Na Austrália, o espetáculo será visível de uma faixa estreita ao longo da costa leste, incluindo locais como a Ilha Macquarie, que poderá observar quase 80% do Sol coberto.
- Algumas ilhas do Pacífico Sul também poderão acompanhar o eclipse, embora de forma mais discreta: Tonga, por exemplo, verá 32% de cobertura do Sol, Fiji 27%, Ilhas Cook 23% e Samoa 17%.
Fonte: Olhardigital




