Dracônidas: chuva de meteoros discreta risca o céu esta semana

Nesta época do ano, ocorre a chuva de meteoros Dracônidas, que recebe esse nome devido à constelação de Draco (ou Dragão), onde está localizado seu radiante, mais especificamente perto da cabeça do dragão.
Nesta época do ano, ocorre a chuva de meteoros Dracônidas, que recebe esse nome devido à constelação de Draco (ou Dragão), onde está localizado seu radiante, mais especificamente perto da cabeça do dragão.
As chuvas de meteoros acontecem quando a Terra atravessa uma nuvem de detritos deixados por cometas. No caso dos Draconídeos, esses fragmentos são provenientes do cometa 21P/Giacobini-Zinner.
“Ela praticamente não pode ser vista no Brasil. E, mesmo que fosse, é uma chuva muito fraca. No Hemisfério Norte, onde a visualização é mais fácil, aparecem apenas um ou dois meteoros por hora. Aqui, será muita sorte se alguém conseguir registrar algum”, explica Zurita.

“Mesmo nas regiões Norte e Nordeste, raramente se observam meteoros dessa chuva, a menos que, este ano, a taxa de meteoros seja maior do que o habitual”, acrescenta o especialista.
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Chuva de meteoros Dracônidas pode apresentar "surtos" de intensidade
Zurita diz que a astronomia classifica os Draconídeos como uma chuva de meteoros “menor”, devido à sua baixa taxa de ocorrências por hora. “Sabemos que ela acontece, mas sua intensidade é tão reduzida que não justifica qualquer esforço significativo de observação".Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, a visualização será impossível, segundo ele. “O radiante estará muito baixo no início da noite, que é o melhor momento para observar essa chuva de meteoros". 
Certifique-se de que não há fontes de luz direta em seus olhos, permitindo que eles se adaptem ao ambiente e aumentem as chances de ver meteoros mais fracos.
Embora essa chuva de meteoros não seja muito expressiva, ela chama a atenção dos astrônomos por, ocasionalmente, apresentar “surtos” de maior atividade. “Para este ano, existe uma previsão que a Dracônídas possa apresentar um surto curto entre às 3h30 e 4h (horário de Brasília), o que pode animar alguma observação nas regiões mais ao norte do Brasil, mas não há muita certeza de que esse surto realmente ocorrerá”, conclui Zurita.
Fonte: Olhardigital




