terça-feira, 08 de setembro de 202619:31:38
Chuva 76%
TV Alagoas
PolíticaDiretor da PF defende autonomia após afastamento de Andrei RodriguesEducaçãoInscrições para o 3º Prêmio Mulheres e Ciência vão até quinta-feiraPolicialPolícia do Rio indicia 13 por morte de ciclista em CopacabanaCulturaSem Censura celebra 90 anos da Rádio Nacional com edições especiaisEducaçãoCandidatos do CPNU 1 têm até sexta para manifestar interesseSaúdeHemoal faz coleta itinerante de sangue na ONG O Consolador, em Maceió, nesta quarta-feira (9)SaúdeAnvisa interdita água mineral Vitoriosa por coliformesPolicialHomem morre ao trafegar com moto na contramão em Rio LargoPolíticaSTF mantém afastamento de diretor-geral da PF, mas julgamento é suspensoPolíticaEx-ministros do STF pedem investigação de denúncias na CorteGeralCNJ elimina pagamento prévio de ITCMD em inventários extrajudiciaisPolíticaMendonça afasta diretor-geral da PF Andrei Rodrigues

Diretor da PF defende autonomia após afastamento de Andrei Rodrigues

Redação08 de setembro de 2026
Diretor da PF defende autonomia após afastamento de Andrei Rodrigues

O diretor-executivo da Polícia Federal (PF), William Marcel Murad, declarou, nesta terça-feira (8), que a atuação autônoma, imparcial, técnica e apartidária permite que a corporação se defenda de “disparates, ataques, tentativas de usurpação de funções e de desqualificar o trabalho” do órgão. “Saber...

O diretor-executivo da Polícia Federal (PF), William Marcel Murad, afirmou nesta terça-feira (8) que a corporação se defende de "disparates, ataques, tentativas de usurpação de funções e de desqualificar o trabalho". A declaração ocorreu durante a abertura do 63º Curso de Formação Profissional para agentes da PF, em Brasília.

Murad destacou que a PF trabalha "estritamente dentro da lei" e que a verdade prevalecerá em suas investigações. Ele assumiu o comando da PF após o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o afastamento preventivo do diretor-geral Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Leandro Almada.

Mendonça alegou ter sido monitorado ilegalmente, com a produção de relatórios de inteligência. A decisão de afastamento foi apoiada pela maioria da Segunda Turma do STF, mas o julgamento foi interrompido por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes.

Murad reafirmou confiança em Rodrigues e defendeu a autonomia e imparcialidade da PF. O Ministério da Justiça e Segurança Pública ainda não se manifestou sobre o caso.

Continue Lendo