segunda-feira, 07 de setembro de 202615:30:58
Sol
TV Alagoas
PolíticaJustiça Federal suspende mina de lítio em Minas GeraisPolíticaFachin aguarda explicações de ministros sobre crise no STFGeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORAPolíticaAfD conquista vitória histórica nas eleições estaduais da Saxônia-AnhaltPolíticaAgenda dos presidenciáveis para o feriado de 7 de SetembroInternacionalAcidente com avião de carga em Miami deixa 5 mortosCulturaRádio Nacional lança série especial do programa No Mundo da BolaEconomiaSenado aprova MP que zera imposto sobre compras internacionais até 50 dólaresGeralMega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 48 milhões; veja os númerosGeralIBGE lança mapas-múndi inéditos a partir de amanhã, 7 de setembro

Defesa Civil de Maceió usa tecnologia em áreas afetadas pela subsidência que traz dados precisos para gestão de riscos

Redação27 de março de 2026
Defesa Civil de Maceió usa tecnologia em áreas afetadas pela subsidência que traz dados precisos para gestão de riscos
© Reprodução

Centro de Monitoramento utiliza sensores, satélites e análises especializadas para garantir segurança da população em Maceió

A Defesa Civil de Maceió mantém uma rede estruturada de monitoramento nos bairros afetados pela subsidência do solo, com acompanhamento contínuo e em tempo real das condições geológicas da região. O trabalho é coordenado pelo Centro Integrado de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil (Cimadec), que reúne tecnologia avançada e equipe técnica especializada para análise e gestão de riscos.

A estrutura conta com equipamentos de alta precisão distribuídos estrategicamente, como 91 dispositivos de georreferenciamento por satélite (DGPS), responsáveis por identificar deslocamentos do solo em três dimensões. A rede também inclui 26 sismógrafos, sendo parte instalada na superfície e outra em profundidade, além de 13 tiltímetros, quatro inclinômetros e piezômetros, que monitoram inclinações, deformações, temperatura e pressão no subsolo.

Os dados são coletados em tempo real e complementados por análises periódicas por satélite, por meio da técnica de interferometria, que permite identificar deformações milimétricas ao longo do tempo.

Segundo o coordenador do Cimadec, Hugo Carvalho, o monitoramento realizado pela Defesa Civil é contínuo e fundamentado em critérios técnicos. “Nós trabalhamos com uma extensa rede de equipamentos e com análise constante dos dados, o que nos permite acompanhar qualquer alteração no comportamento do solo e agir de forma antecipada”, destacou.

Além da atuação municipal, o processo também é acompanhado por órgãos federais. A Agência Nacional de Mineração é responsável por receber e aprovar os processos e relatórios relacionados ao fechamento das minas, garantindo que todas as etapas atendam aos critérios técnicos e legais estabelecidos.

O Serviço Geológico do Brasil, juntamente com a Defesa Civil Nacional, realiza o acompanhamento por meio de relatórios técnicos, análises especializadas e reuniões periódicas com a Defesa Civil de Maceió, avaliando continuamente a evolução do cenário.

Essa atuação conjunta fortalece a transparência das informações, além de assegurar que todas as medidas adotadas estejam alinhadas às normas de segurança e às melhores práticas de gestão de risco.

Fonte: Secom Maceió

Continue Lendo