sexta-feira, 11 de setembro de 202613:03:51
Pode chover 59%
TV Alagoas
GeralCCJ aprova projeto que proíbe uso do termo 'elefantíase' em documentos públicosPolíticaCampanha #VotePeloCerrado convoca candidatos a proteger o biomaPolicialPF: Ex-chefe do BC teria recebido R$ 500 mil mensais de VorcaroPolíticaSTF inclui Flávio Bolsonaro em inquérito sobre filme Dark HorsePolíticaMendonça retira sigilo parcial de caso Master a pedido de FachinPolicialMPAL pede internação de menor suspeito de introduzir pedaço de madeira no ânus de homem em IgaciPolíticaTRE de Alagoas inicia treinamento de técnicos de eleição GeralPrefeitura de Maceió avança na macrodrenagem do Canal do Ipanema; serviços chegam na região próxima à UnimaGeralMaceió recebe Estação Dramalândia Netflix em comemoração aos 10 anos de histórias coreanasGeralTrabalhadores dos Correios entram em greve por tempo indeterminado em AlagoasGeralAção desobstrui calçadas e melhora mobilidade em Santa LúciaEconomiaPrazo para adesão ao Programa de Recuperação Fiscal de Maceió termina amanhã

CCJ aprova projeto que proíbe uso do termo 'elefantíase' em documentos públicos

Redação11 de setembro de 2026
CCJ aprova projeto que proíbe uso do termo 'elefantíase' em documentos públicos
© Kayo Magalhães / Câmara dos deputados

Proposta poderá seguir ao Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que proíbe o uso do termo “elefantíase” em documentos oficiais da administração pública. A nova terminologia será “filariose” ou “linfedema avançado”.

O relator, deputado Helder Salomão (PT-ES), apresentou parecer favorável ao substitutivo da Comissão de Saúde ao Projeto de Lei 4472/24, de autoria da deputada Ana Pimentel (PT-MG). Ele destacou que o projeto está alinhado com as prescrições constitucionais de proteção à saúde.

A proposta determina que documentos que não seguirem a nova regra deverão ser arquivados, com notificação à parte interessada. Os governos terão 90 dias, após a publicação da lei, para adequar a terminologia.

O projeto tramitou em caráter conclusivo e poderá seguir ao Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara.

Continue Lendo