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CBTT aciona Tribunal de Contas contra exército brasileiro por problemas em sistema de CACs

Redação01 de fevereiro de 2025
CBTT aciona Tribunal de Contas contra exército brasileiro por problemas em sistema de CACs
© Reprodução

A Confederação Brasileira de Tiro Tático (CBTT) protocolou uma denúncia junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) contra o Exército Brasileiro, que mantém um contrato de R$ 7,5 milhões com a Mirante Tecnologia para a operação do sistema SISGCORP.


Segundo a CBTT, o sistema, que tem a finalidade de agilizar os processos de Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs), não opera há três meses. A organização aponta que o sistema apresenta problemas que impedem a realização dos protocolos de regularização. Entre os fatos relatados, estão:

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Protocolos não realizados: Processos de regularização não são efetuados, impossibilitando o exercício do direito de petição.

Impactos em empresas privadas: A instabilidade dos processos tem causado prejuízos financeiros e colocado empresas em situação de risco.

Processos não localizados: Pagamentos realizados para os processos não encontram registro nos sistemas.

Encaminhamento de cidadãos: Há ocorrências de encaminhamento de cidadãos à Polícia Judiciária por não cumprirem prazos de protocolação.

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Protocolos físicos não autorizados: O Exército não tem permitido a realização de protocolos físicos, conforme estabelecido pelo Decreto nº 8.539/15.

No ofício encaminhado ao TCU, a CBTT solicita as seguintes providências:

Suspensão dos pagamentos à empresa contratada até que o sistema opere conforme o esperado.

Autorização para que os protocolos físicos sejam retomados.

Adoção de medidas para identificar os responsáveis pelos problemas nos processos e na execução do contrato.

A denúncia foi apresentada após a CBTT enviar ofícios ao Exército Brasileiro desde 2024, sem obter resposta que indique o retorno da operação normal do SISGCORP. O TCU deverá avaliar as informações e definir as medidas cabíveis para a continuidade dos processos de regularização dos cidadãos e das empresas envolvidas.

Fonte: Redação com assessoria

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