segunda-feira, 07 de setembro de 202615:30:40
Sol
TV Alagoas
PolíticaJustiça Federal suspende mina de lítio em Minas GeraisPolíticaFachin aguarda explicações de ministros sobre crise no STFGeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORAPolíticaAfD conquista vitória histórica nas eleições estaduais da Saxônia-AnhaltPolíticaAgenda dos presidenciáveis para o feriado de 7 de SetembroInternacionalAcidente com avião de carga em Miami deixa 5 mortosCulturaRádio Nacional lança série especial do programa No Mundo da BolaEconomiaSenado aprova MP que zera imposto sobre compras internacionais até 50 dólaresGeralMega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 48 milhões; veja os númerosGeralIBGE lança mapas-múndi inéditos a partir de amanhã, 7 de setembro

Caso Iprev: investigação da PF coloca secretário no centro de debate na Câmara

Redação12 de agosto de 2026
Caso Iprev: investigação da PF coloca secretário no centro de debate na Câmara
© Reprodução

Vereadores se dividem sobre permanência de João Felipe Alves Borges na Secretaria de Fazenda de Maceió

A operação da Polícia Federal no Iprev Maceió repercutiu na sessão dessa terça-feira (11) da Câmara Municipal e dividiu os vereadores sobre a permanência do secretário de Fazenda, João Felipe Alves Borges, no cargo. Alvo de busca e apreensão e de bloqueio de bens por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), ele foi defendido por parlamentares da base e teve o afastamento questionado por outros.

A vereadora Teca Nelma (PT) cobrou esclarecimentos sobre os investimentos do Iprev e voltou a afirmar que os recursos aplicados em letras financeiras do Banco Master foram perdidos. Tácio Melo (PSD) anunciou que pretende colher oito assinaturas para propor a criação de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) sobre as operações.

João Felipe integrava o Conselho de Administração do Iprev à época dos aportes. Segundo decisão do ministro André Mendonça, o colegiado era responsável pelas diretrizes e pela política de investimentos. O STF determinou o bloqueio de bens do secretário e de outros cinco investigados, até o limite de R$ 97 milhões, referentes a aplicações de R$ 80 milhões, em dezembro de 2023, e R$ 17 milhões, em maio de 2024.

O presidente da Câmara, Chico Filho (PSDB), defendeu a permanência do secretário e disse que continuará confiando nele até o avanço das investigações. O líder do governo, Marcelo Palmeira, também defendeu João Felipe e destacou que Mendonça rejeitou o pedido de afastamento.

Luciano Marinho, por outro lado, defendeu o afastamento preventivo. Samyr Malta (Podemos) pediu cautela e afirmou que o Iprev tem autonomia para decidir sobre os investimentos. Segundo ele, João Felipe não teria participado das reuniões que resultaram nos aportes.

Fonte: Gazetaweb

Continue Lendo