segunda-feira, 07 de setembro de 202615:28:08
Sol
TV Alagoas
PolíticaJustiça Federal suspende mina de lítio em Minas GeraisPolíticaFachin aguarda explicações de ministros sobre crise no STFGeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORAPolíticaAfD conquista vitória histórica nas eleições estaduais da Saxônia-AnhaltPolíticaAgenda dos presidenciáveis para o feriado de 7 de SetembroInternacionalAcidente com avião de carga em Miami deixa 5 mortosCulturaRádio Nacional lança série especial do programa No Mundo da BolaEconomiaSenado aprova MP que zera imposto sobre compras internacionais até 50 dólaresGeralMega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 48 milhões; veja os númerosGeralIBGE lança mapas-múndi inéditos a partir de amanhã, 7 de setembro

Apple tira aplicativo chinês de loja e tribunal analisa ação sobre antitruste

Redação13 de novembro de 2024
Apple tira aplicativo chinês de loja e tribunal analisa ação sobre antitruste

Um tribunal de propriedade intelectual de Pequim (China) deu início ao julgamento de ação que acusa a Apple de comportamento “desonesto”.

Um tribunal de propriedade intelectual de Pequim (China) deu início ao julgamento de ação que acusa a Apple de comportamento “desonesto”. A desenvolvedora Bodyreader pede o pagamento de US$ 420 mil (R$ 2,4 milhões pela cotação atual) depois que a big tech removeu um aplicativo da empresa da App Store, em 2020.

O processo também questiona o que chama de "prática monopolista" — o que confrontaria a lei antitruste — por cobrança de 30% sobre compras de aplicativos. Além disso, pede que a maçã permita lojas de terceiros e links externos na plataforma.

Em documentos judiciais revelados pela Bloomberg, a Bodyreader argumenta que as políticas da App Store são inconsistentes.

Publicidade
Cesmac

Empresa da maçã está sendo acusada (novamente) de monopólio (Imagem: poludziber/iStock)
A desenvolvedora chinesa diz que a empresa estadunidense lançou um aplicativo idêntico após a exclusão, mas com o nome de “Qilin Century”, que continua disponível na loja. A ferramenta traz soluções para corrigir a postura de crianças e adolescentes.

História se repete

Não é a primeira vez que a Apple enfrenta um processo na Justiça envolvendo a loja de aplicativos. Em agosto de 2020, a companhia liderada por Tim Cook removeu o jogo “Fortnite” da App Store após a desenvolvedora incluir opção de pagamento direto no app.

A Epic Games, criadora do jogo, entrou com ação contra a big tech, definindo a empresa como uma “potência monopolista que busca controlar mercados, bloquear a concorrência e sufocar a inovação”, que toma “ações injustas e anticompetitivas”.

Leia mais:

App Store passou por escrutínio após Apple remover da loja o game “Fortnite” (Imagem: Savusia Konstantin/iStock)
À época, a Apple respondeu que a desenvolvedora tem se beneficiado do ecossistema da loja há décadas. “O fato de seus interesses comerciais agora os levarem a pressionar por um acordo especial não muda o fato de que essas diretrizes criam campo de jogo nivelado para todos os desenvolvedores e tornam a loja segura para todos os usuários”, relembra o MacRumors.

Mais recentemente, uma juíza dos Estados Unidos negou à Epic Games uma liminar no processo, o que, na prática, mantém o “Fortnite” indisponível na loja de aplicativos da maçã enquanto o processo estiver em andamento no país.

Tags:
AntitrusteChinaAplicativoApp storeAppleInternet e redes sociaisEpic gamesFortnite

Continue Lendo