segunda-feira, 07 de setembro de 202614:38:14
Sol
TV Alagoas
PolíticaJustiça Federal suspende mina de lítio em Minas GeraisPolíticaFachin aguarda explicações de ministros sobre crise no STFGeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORAPolíticaAfD conquista vitória histórica nas eleições estaduais da Saxônia-AnhaltPolíticaAgenda dos presidenciáveis para o feriado de 7 de SetembroInternacionalAcidente com avião de carga em Miami deixa 5 mortosCulturaRádio Nacional lança série especial do programa No Mundo da BolaEconomiaSenado aprova MP que zera imposto sobre compras internacionais até 50 dólaresGeralMega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 48 milhões; veja os númerosGeralIBGE lança mapas-múndi inéditos a partir de amanhã, 7 de setembro

Após anos girando, maior iceberg do mundo se liberta e desbrava oceano

Redação20 de dezembro de 2024
Após anos girando, maior iceberg do mundo se liberta e desbrava oceano

Após décadas encalhado e anos girando em torno do mesmo ponto no Oceano Antártico, o iceberg A23a – maior e mais antigo do mundo – se libertou e segue rumo ao norte, segundo o British Antarctic Survey (BAS).

Após décadas encalhado e anos girando em torno do mesmo ponto no Oceano Antártico, o iceberg A23a – maior e mais antigo do mundo – se libertou e segue rumo ao norte, segundo o British Antarctic Survey (BAS).

Agora, o A23a está à deriva na Corrente Circumpolar Antártica, que deverá levá-lo em direção à ilha subantártica da Geórgia do Sul. Nessa região de águas mais quentes, o iceberg deve se fragmentar em pedaços menores e, eventualmente, derreter.

Iceberg A23a se desprendeu em 1986, ficou preso por mais de 30 anos e começou a flutuar em círculos em 2020

Com mais de três vezes a área urbana de São Paulo e um peso estimado em quase um trilhão de toneladas, o A23a se desprendeu da plataforma de gelo Filchner-Ronne em 1986. Ele permaneceu preso no fundo do Mar de Weddell por mais de 30 anos antes de começar sua jornada em 2020.
Agora, o iceberg A23a está à deriva na Corrente Circumpolar Antártica (Imagem: Juergen Brand/Shutterstock)
Recentemente, o iceberg ficou preso num fenômeno oceanográfico chamado coluna de Taylor – formação de água em rotação sobre montanhas submersas. Essa dinâmica atrasou seu deslocamento. Isso porque o manteve girando em torno do mesmo ponto.

O impacto de sua jornada no ecossistema local é uma questão de grande interesse para os cientistas. Segundo o oceanógrafo Andrew Meijers (via DW), será importante observar se o A23a seguirá o mesmo percurso de outros grandes icebergs e como isso afetará a região.

Publicidade
Cesmac

A biogeoquímica Laura Taylor destacou que amostras das águas ao redor do iceberg ajudarão a entender como ele influencia a formação de vida marinha e o ciclo de carbono no oceano. Isso deve fornecer dados cruciais sobre os efeitos de icebergs gigantes no meio ambiente.

Leia mais:

Rios atmosféricos contribuem para invernos quentes e ondas de calor fora de época

Rios atmosféricos, grandes correntes de vapor de água que circulam na alta atmosfera terrestre, estão associados não apenas à precipitação intensa, mas, também, a ondas de calor severas no verão e temperaturas atipicamente altas durante o inverno. É o que revela um estudo recente conduzido por pesquisadores da Universidade de Yale (EUA).
Rio atmosférico observado de um satélite
Rios atmosféricos também estão associados a ondas de calor severas no verão (Imagem: BEST-BACKGROUNDS/Shutterstock)
Conhecidos por transportar enormes volumes de umidade dos oceanos para o continente, esses fenômenos meteorológicos frequentemente resultam em chuvas intensas.

Saiba mais sobre os rios atmosféricos nesta matéria do Olhar Digital.

Tags:
Mudanças climáticasCiência e espaçoIceberg

Continue Lendo