Aliados veem Marília ‘muito resistente’ e avaliam que Lula será obrigado a caçar plano B em Minas

Ainda que seja o nome preferido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para concorrer ao governo de Minas pelo PT, a ex-prefeita de Contagem Marília Campos segue muito resistente à possibilidade de disputar o comando do Palácio da Liberdade.
Ainda que seja o nome preferido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para concorrer ao governo de Minas pelo PT, a ex-prefeita de Contagem Marília Campos segue muito resistente à possibilidade de disputar o comando do Palácio da Liberdade.
Aliados de Marília, que aparece muito bem nas pesquisas de intenção de voto ao Senado, destacam que ela está focada na corrida por uma vaga no Congresso e avaliam que Lula será obrigado a buscar um plano B em Minas, que lhe dê palanque para defender sua candidatura à reeleição.
No fim de semana, a ex-prefeita de Contagem se reuniu com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, mas as conversas não prosperaram.

Diante da resistência dela, outras lideranças do PT mineiro defendem nos bastidores que o presidente escale outro nome da legenda para a corrida estadual.
Interlocutores de Marília explicam que ela já tem os argumentos para tentar convencer Lula a abrir mão de ter uma candidatura petista no estado – a ex-prefeita de Contagem é simpática a um eventual apoio ao pré-candidato do MDB ao governo de Minas, Gabriel Azevedo. Continua após a publicidade
Para tentar persuadir Lula a fazer uma aliança com um nome de fora do PT, Marília deve argumentar que isso poderia manter a pulverização de candidaturas da direita, o que evitaria que o cenário eleitoral mineiro fosse tomado pela polarização, o que poderia afetar inclusive a performance do mandatário no estado.
A alegação que ela deve usar para tentar conter a pressão para que saia para a corrida estadual é que nenhum eventual substituto dela na disputa pelo Senado conseguirá herdar o apoio consolidado em torno de seu nome atualmente.
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Fonte: Veja Abril




