segunda-feira, 07 de setembro de 202619:45:19
Sol
TV Alagoas
InternacionalNepal busca 100 trabalhadores presos após enchentes devastadorasCulturaExposição 'Amazônicas' no CCBB RJ destaca arte de mulheres da AmazôniaGeralAmbulantes buscam sustento durante o Desfile de 7 de Setembro em BrasíliaGeralDesfile cívico-militar do Dia da Independência ocorre em BrasíliaCulturaRádio Nacional comemora 90 anos com programação especial de memóriasGeralPrescrição de produtos veterinários sujeitos a controle especial é tema de palestra para médicos-veterinários e estudantes da área em ArapiracaPolíticaPresidente do TRE/AL visita Zonas Eleitorais no sertão e em ArapiracaPolíticaJustiça Federal suspende mina de lítio em Minas GeraisPolíticaFachin aguarda explicações de ministros sobre crise no STFGeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORA

Vice-prefeito tem bens bloqueados por suspeita de casamento forjado

Redação01 de junho de 2026
Vice-prefeito tem bens bloqueados por suspeita de casamento forjado
© Foto:

A Justiça determinou o bloqueio dos bens de Hélio Luiz Fazoli de Moraes, vice-prefeito de Trajano de Moraes (RJ), e de sua ex-mulher Adriana Canes Peçanha.

A Justiça determinou o bloqueio dos bens de Hélio Luiz Fazoli de Moraes, vice-prefeito de Trajano de Moraes (RJ), e de sua ex-mulher Adriana Canes Peçanha. Ambos se tornaram réus depois que o MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) os acusou de fraudar uma união estável com uma procuradora aposentada para receber pensão por morte. Segundo o órgão, ao longo de mais de 7 anos, ele teria recebido quase R$ 7 milhões em valores brutos.

Segundo as investigações, Hélio foi casado com Adriana por quase 20 anos. O casal se separou em 2013. Cerca de 10 meses depois do divórcio, o político registrou em cartório uma união estável com Ângela Marília de Moraes Peçanha, tia de Adriana, que tinha 83 anos na época. No mesmo dia, Hélio obteve uma procuração com poderes para movimentar as contas bancárias da idosa.

Ângela nasceu em 1931, trabalhou na PGE-RJ (Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro) e morreu em 2017. Ela não deixou filhos. Depois da morte da servidora, Hélio pediu o pagamento do benefício. O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) rejeitou a solicitação, mas o Rioprevidência aprovou a pensão. Segundo o MPRJ, o benefício passou a gerar pagamentos mensais superiores a R$ 70 mil.

Publicidade
Cesmac

O órgão quebrou o sigilo bancário dos investigados e identificou transferências mensais de Hélio para Adriana. Para os promotores, os repasses demonstram um acordo entre os 2 para dividir o dinheiro.

Hélio e Adriana foram denunciados pelos crimes de estelionato qualificado e falsidade ideológica. A decisão judicial suspendeu os pagamentos e bloqueou contas bancárias, imóveis, veículos e criptomoedas dos envolvidos.

O Rioprevidência informou nesta 2ª feira (1º.jun.2026) que já suspendeu o benefício e acompanha o processo junto à PGE-RJ.

O Poder360 tentou entrar em contato com a defesa de Hélio Luiz Fazoli de Moraes e de Adriana Canes Peçanha, mas não teve sucesso em encontrar um telefone ou e-mail válido para informar sobre o conteúdo desta reportagem. Este jornal digital seguirá tentando fazer contato e este texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.

Fonte: Poder 360

Tags:
EstelionatoPoder justiçaMinistério públicoMinistério público do rio de janeiroBloqueio de bensFraudeFalsidade ideológicaMprj

Continue Lendo