Vereadores de Palmeira dos Índios negam requerimento que pedia relatório detalhado dos contratos com o IGPS

Oito vereadores votaram contra o requerimento, seis se abstiveram e apenas um, o autor, votou a favor.
Vexatória, constrangedora, vergonhosa... não importa o adjetivo, mas ficou feia a postura da maioria dos vereadores da cidade de Palmeira dos índios, na última seção (16/04). A maioria dos vereadores votou contra um pedido feito pelo vereador José Helenildo Ribeiro Monteiro Neto (Republicano).
Helenildo Ribeiro, solicitou aos colegas parlamentares, apenas um requerimento junto a Prefeitura Municipal de Palmeira dos Índios, respectivamente a Secretaria Municipal de Gestão Pública e Patrimônio, detalhes dos contratos, terceirizados, do Instituto de Gestão de Políticas Públicas e Sociais (IGPS).
Lamentavelmente oito edis, negaram o pedido. Foram eles: O presidente da Câmara de Palmeira, Madson Luciano Monteiro da Silva (PV); Antônio Garrote da Silva Filho (PP); o 3º Secretário da Mesa Diretora, Jânio Barbosa Marque (MDB); Claudemir Ferreira da Silva, o Kall Melo (União); ) 1º Secretário da Mesa Diretora, Gileno Cosa Sampaio Filho, o Gileninho Sampaio (PRD); Lúcio Carlos Fonseca Medeiros (União); O 2º Secretário da Mesa Diretora, Geraldo Ribeiro Lima Júnior (Solidariedade) e finalizando a recusa Sidiny Targino da Silva (PT).


"Em cima do muro" ou melhor, se abstiveram: Fabiano Gomes de Souza (Republicanos); Pedro Rodrigues Gaia Bisneto (MDB); Ronaldo Raimundo Júnior (PRD); Maxwell Rocha Feitosa (MDB); Salomão Cavalcante Torres (PSD) e Luiz Eduardo Tenório Toledo (SD).
E lógico, o único voto a favor foi de Helenildo Ribeiro.
A pergunta que não quer calar: Porque os vereadores não aprovaram o requerimento?
A sociedade estava ansiosa para ver as contas da entidade junto a prefeitura, já que o IGPS vem passando por uma série de denúncias que envolvem irregularidades em Alagoas, incluindo contratações sem concurso público e fraudes trabalhistas. Investigado pelo MPT e citado em suspeitas de uso indevido de recursos públicos, o instituto atua em municípios alagoanos, com foco recente em controvérsias de terceirização, por exemplo, em Palmeira dos Índios.
A Câmara municipal da cidade, negou a sociedade, o esclarecimento dos contratos com o IGPS, infelizmente as dúvidas não foram esclarecidas, justamente em um ano eleitoral...




