Tesla Autopilot sofre nova investigação após ligação com mortes e acidentes

A Administração Nacional de Segurança de Tráfego Rodoviário dos EUA (NHTSA) conclui uma investigação sobre o Tesla Autopilot que começou em 2021.
A Administração Nacional de Segurança de Tráfego Rodoviário dos EUA (NHTSA) conclui uma investigação sobre o Tesla Autopilot que começou em 2021. As autoridades levantaram questões sobre a segurança do sistema de direção semiautônomo da empresa, vinculando o recurso a centenas de acidentes e pelo menos 13 mortes.
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O que foi descoberto sobre o Autopilot
- A NHTSA analisou quase mil acidentes ocorridos nos últimos cinco anos.
- As autoridades concluíram que centenas foram causados pelo piloto automático.
- Foram citados especialmente o uso indevido do sistema e "abordagem negligente" para monitorar o nível de atenção do condutor.
- Entre 2018 e agosto de 2023, foi descoberto que o uso incorreto do Autopilot causou 13 mortes e "muitos ferimentos graves", destaca a NHTSA.
Tesla sofre nova investigação
O caso foi teoricamente resolvido após um recall em dezembro passado, quando a Tesla modificou algumas funções do piloto automático. A Tesla deixou claro que não concordou com as conclusões, mas adicionou mais avisos quando os motoristas estiverem usando o recurso. No entanto, a empresa continua na mira da NHTSA, que começou uma nova investigação na última semana.O caso envolve todos os modelos e mais de 2 milhões de veículos da montadora. O objetivo é avaliar na prática se as correções liberadas realmente surtiram efeito. As autoridades ainda parecem ter dúvidas sobre a eficácia do recall, já que novos acidentes foram relatados desde então.
A NHTSA diz que após a implantação da solução, foram identificados "eventos de colisão" em veículos que passaram pelo recall. A meta é encontrar uma maneira de "remediar um defeito que representa um risco de segurança excessivo".
Fonte: Olhardigital




