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Ronaldo Lessa participa em Brasília da abertura da 5ª Reunião Plenária do \'Conselhão\'

Redação06 de agosto de 2025
Ronaldo Lessa participa em Brasília da abertura da 5ª Reunião Plenária do \'Conselhão\'
© Reprodução

Para o governador em exercício, soberania brasileira está em primeiro lugar e há espaço para negociar a fim de reduzir os impactos do tarifaço nas exportações alagoanas

O governador em exercício de Alagoas, Ronaldo Lessa, participou da abertura da 5ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o “Conselhão”, nesta terça-feira (5), em Brasília. Entre os temas discutidos, destaque para a saída do Brasil do mapa da fome, pela segunda vez, e as medidas de mitigação dos efeitos do tarifaço de Donald Trump contra o Brasil.

Estado produtor e exportador de cana-de-açúcar e manga, entre outras commodities, a produção do estado será impactada pela taxação norte-americana. No entanto, para o governador, como a China e o Canadá são os principais destinos dos produtos alagoanos, o boicote comercial não terá um impacto tão forte.

“Os Estados Unidos são o nosso terceiro cliente {na exportação de cana-de-açúcar], mas vamos tentar negociar para se chegar a um acordo. O caso ainda não está encerrado”, comentou Lessa.

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A reunião teve a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann; do ministro da Fazenda, Fernando Haddad; e do ministro da Relações Exteriores, Mauro Vieira.


Este abriu a reunião e falou das medidas tomadas até agora para enfrentar os impactos econômicos do tarifaço imposto pelo Governo de Donald Trump.

“O presidente da República comunicou e comemorou a saída do Brasil do mapa da fome, essa foi a grande vitória da gente. Evidentemente, aproveitou essa plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e mais [a presença de] governadores e ministros para tratar também do tarifaço, reafirmando que a soberania brasileira é inegociável – inclusive uma fala comum de todos os oradores –, mas que estava aberto para negociar. Essa é a questão central. O comércio é feito para isso [negociar], as nações são feitas para isso, mas o que não pode é abrir mão da nossa soberania”, afirmou Ronaldo Lessa.

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Ele avalia o cenário com otimismo, uma vez que o governo brasileiro está aberto para buscar uma saída junto ao governo norte-americano.

“Há a possibilidade de o país de fazer dois tratamentos para a gente sofrer o menos possível: um para os grandes produtores, que devem buscar novos mercados internacionais; e outro para os produtores de pequeno porte, com o governo federal oferecendo o suporte necessário”, acrescentou.

Composto por representantes da sociedade civil, o órgão é responsável pelo assessoramento do presidente da República na formulação de políticas públicas e diretrizes de governo.

Na oportunidade, foram apresentados os resultados dos trabalhos dos conselheiros e assinados decretos, sanções e acordos de cooperação de propostas geradas no âmbito do Conselhão.

Fonte: Secom Alagoas

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