quinta-feira, 24 de setembro de 202613:08:37
Sol
TV Alagoas
GeralFamília pede ajuda após nascimento de trigêmeas em MaceióGeralPolícia e MP deflagram nova fase da Operação Carbono Oculto em SPGeralConfira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (24)GeralChuvas avançam pelo Norte e Nordeste do país nesta quinta-feiraGeralPF e CGU apuram fraudes em contratações e desvios de recursos federaisGeralONU lança propostas para proteção das mulheresGeralAgentes do DMTT escoltam gestante em trabalho de parto durante patrulhamentoGeralGuarda Municipal reforça segurança no Mercado da Produção com rondas ostensivasEducaçãoLei confere caráter permanente a programa de bolsas para formação de professorGeralPor unanimidade, STF iguala tempo de licença-maternidade e adotanteGeralFux pede a Senado posição sobre acessos de Vorcaro e esposa de MoraesGeralInternacional contrata técnico Eduardo Baptista até o fim da temporada

Polícia e MP deflagram nova fase da Operação Carbono Oculto em SP

Redação24 de setembro de 2026
Polícia e MP deflagram nova fase da Operação Carbono Oculto em SP
© Polícia Federal

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ligado ao Ministério Público de São Paulo, e a Receita Federal fazem nesta manhã de quinta-feira (24) a terceira fase da Operação Carbono Oculto. Os órgãos investigam, com apoio da Polícia Federal e Receita Federal, estrutura comple...

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ligado ao Ministério Público de São Paulo, e a Receita Federal fazem nesta manhã de quinta-feira (24) a terceira fase da Operação Carbono Oculto.

Os órgãos investigam, com apoio da Polícia Federal e Receita Federal, estrutura complexa de lavagem de dinheiro para viabilizar a compra de uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país.

A suspeita é de estrutura criminosa montada busca ocultar o controle de usina sucroalcooleira. Fintechs foram utilizadas para fazer movimentação financeira da organização criminosa.

As autoridades conseguiram identificar uma operação ligada à usina no valor aproximado de R$ 370 milhões. Toda a movimentação do montante foi feita através da estrutura criada pelos criminosos para conferir uma aparência de legitimidade à operação, dificultando a identificação dos beneficiários finais.

Entre os alvos estão executivos de um banco e de empresas, como a Entre Investimentos, do empresário Antônio Carlos Freixo Junior (o Mineiro), que tem ligações com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master que está preso devido a fraudes no sistema financeiro.

"A Entre é uma administradora de recursos que funcionou também como instrumento de ocultação e lavagem de dinheiro para que essa usina, que já era de organizações criminosas, pudesse adquirir uma distribuidora de combustível, ocultando a real propriedade de quem, de fato, passou a comprar essas distribuidora de combustível que já está fechada por determinação da Justiça e de órgãos competentes", disse o ministro da Fazenda Dario Durigan.

Continue Lendo