O que será que causou esta onda misteriosa no Círculo Polar Ártico?

O satélite Landsat 9, do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e da NASA, capturou a imagem de um arco de onda misterioso em fiorde etéreo cheio de icebergs nas profundezas do Círculo Polar Ártico.
O satélite Landsat 9, do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e da NASA, capturou a imagem de um arco de onda misterioso em fiorde etéreo cheio de icebergs nas profundezas do Círculo Polar Ártico.
Apesar de vários investigadores terem proposto explicações para a misteriosa onda, possivelmente, jamais saberemos que o que houve efetivamente, alerta o LiveScience. O arco curioso foi formado, mais especificamente, no fiorde Itilliarsuup Kangerlua, na Groenlândia.
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Esse fiorde faz parte do sistema fiorde Uummannaq, oeste do país, cerca de 740 km da capital Nuuk. O canal tem cerca de 2,6 km de comprimento, é estreito e foi esculpido por duas geleiras, Sisoortartukassak e Kangilleq, separadas por pequena ilha na base do fiorde, conforme o Observatório da Terra da NASA.
No verão, a superfície do fiorde fica cheia de milhares de pequenos fragmentos de iceberg soltos das geleiras. Isso faz com que a água fosse similar a uma paisagem estelar vista por imagem de telescópio de campo profundo quando visto de cima.
Onda "esquisita" atravessa fiorde na Groenlândia
- Segundo o LiveScience, a característica de maior destaque na imagem é o fino arco branco que atravessa o fiorde;
- O Observatório da Terra indica que o arco é, provavelmente, uma onda de deslocamento que subiu o fiorde e se afastou das massas de gelo;
- A onda poderia ter sido causada por enorme pedaço de gelo que se desprendeu da geleira Kangilleq e caiu na água;
- Dessa forma, formou a onda similar às que se formam quando atiramos uma pedra em um lago parado.
Dan Shugar, geomorfologista da Universidade de Calgary, e Mike Wood, glaciologista do Moss Landing Marine Laboratories, na Califórnia (EUA), acreditam também que o arco foi resultado de evento de quebra de gelo, informou o Observatório da Terra.
Fonte: Olhardigital




