segunda-feira, 07 de setembro de 202613:54:20
Sol
TV Alagoas
GeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORAPolíticaAfD conquista vitória histórica nas eleições estaduais da Saxônia-AnhaltPolíticaAgenda dos presidenciáveis para o feriado de 7 de SetembroInternacionalAcidente com avião de carga em Miami deixa 5 mortosCulturaRádio Nacional lança série especial do programa No Mundo da BolaEconomiaSenado aprova MP que zera imposto sobre compras internacionais até 50 dólaresGeralMega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 48 milhões; veja os númerosGeralIBGE lança mapas-múndi inéditos a partir de amanhã, 7 de setembroPolíticaLula reafirma soberania do Brasil em pronunciamento pelo 7 de setembroEsportesBotafogo empata com Palmeiras e favorece Flamengo na liderança do Brasileirão

Lula faz reunião de emergência para discutir "tensão" com Venezuela

Redação08 de setembro de 2024
Lula faz reunião de emergência para discutir "tensão" com Venezuela

Diante da situação de crise na Venezuela, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou uma reunião de emergência neste domingo no Palácio do Planalto.

Diante da situação de crise na Venezuela, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou uma reunião de emergência neste domingo no Palácio do Planalto. De acordo com o colunista Jamil Chade, do site UOL, o governo brasileiro avaliou que apesar dos esforços para mediar a crise e buscar uma solução política, a tensão entre Brasil e Venezuela aumentou. A decisão de Caracas de romper unilateralmente o acordo para preservar a embaixada da Argentina foi interpretada como um sinal de distanciamento entre os países.

Após a eleição de julho, o governo argentino denunciou irregularidades no voto em Caracas, o que levou à expulsão dos diplomatas argentinos por Nicolás Maduro. O Brasil assumiu a embaixada em um acordo com o regime venezuelano, mas o cerco à embaixada e a suspensão do acordo foram recebidos com surpresa pelo governo brasileiro. A narrativa de Maduro sobre o exílio de seu principal opositor, Edmundo Gonzalez, também foi criticada.

O Brasil defendia um espaço de diálogo entre a oposição e o governo venezuelano, acreditando que a prisão ou exílio de Gonzalez não eram as melhores soluções. A situação se complicou com a ausência de importantes interlocutores da política externa brasileira, como Celso Amorim, em Moscou, e o chanceler Mauro Vieira, em viagem ao Oriente Médio.

A reunião com Lula contou com a presença de assessores e da secretária-geral do Itamaraty, Maria Laura da Rocha, para discutir as próximas ações diante da crise diplomática com a Venezuela.

Leia Também: Bolsonaro critica Marçal por 'tentar fazer palanque' em ato na Paulista

Tags:
mundo

Continue Lendo