segunda-feira, 07 de setembro de 202618:05:56
Sol
TV Alagoas
InternacionalNepal busca 100 trabalhadores presos após enchentes devastadorasCulturaExposição 'Amazônicas' no CCBB RJ destaca arte de mulheres da AmazôniaGeralAmbulantes buscam sustento durante o Desfile de 7 de Setembro em BrasíliaGeralDesfile cívico-militar do Dia da Independência ocorre em BrasíliaCulturaRádio Nacional comemora 90 anos com programação especial de memóriasGeralPrescrição de produtos veterinários sujeitos a controle especial é tema de palestra para médicos-veterinários e estudantes da área em ArapiracaPolíticaPresidente do TRE/AL visita Zonas Eleitorais no sertão e em ArapiracaPolíticaJustiça Federal suspende mina de lítio em Minas GeraisPolíticaFachin aguarda explicações de ministros sobre crise no STFGeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORA

Juíza natural de Palmeira dos Índios é convocada para atuar por seis meses no STJ em Brasília

Redação25 de fevereiro de 2026
Juíza natural de Palmeira dos Índios é convocada para atuar por seis meses no STJ em Brasília
© Reprodução

A juíza Joyce Araújo Florentino, natural de Palmeira dos Índios, foi convocada para atuar como juíza auxiliar temporária na Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. A designação terá duração de seis meses, conforme comunicado divulgado nesta terça-feira (24).

A magistrada é titular da 17ª Vara Criminal da Capital e, apesar da nova atribuição, continuará à frente da unidade na capital alagoana. Durante a atuação no STJ, ela deverá exercer suas funções de forma remota, sem prejuízo das atividades que já desenvolve regularmente na Justiça estadual.

Joyce Florentino participa do curso “Ambientação presencial dos juízes auxiliares temporários no STJ”, etapa que integra o processo para início das atividades junto à Corte Superior.

A convocação considerou a análise curricular dos magistrados inscritos e o cumprimento dos requisitos obrigatórios para atuação na área cível — critérios definidos pela própria instituição.

Em sua fala, a juíza destacou a importância da oportunidade para o aprimoramento de sua experiência e atuação jurisdicional, além do impacto positivo que a vivência no STJ pode trazer para a uniformização de precedentes que influenciam diretamente a vida dos cidadãos.

Fonte: Tribuna do Sertão

Continue Lendo