Google Maps está fazendo lavagem cerebral em usuários? Entenda

Mais de um bilhão de pessoas utilizam o Google Maps mensalmente para se orientar, mas recentes mudanças, como a alteração do “Golfo do México” para “Golfo da América” e o retorno do “Monte Denali” ao nome “Monte McKinley”, levantaram questionamentos.
Mais de um bilhão de pessoas utilizam o Google Maps mensalmente para se orientar, mas recentes mudanças, como a alteração do “Golfo do México” para “Golfo da América” e o retorno do “Monte Denali” ao nome “Monte McKinley”, levantaram questionamentos.
Em um artigo do The Conversation, a pesquisadora Susan Dieleman, da Universidade de Lethbridge, no Canadá, aponta que essas mudanças não foram apenas linguísticas, mas também políticas, e incluem a exclusão de avaliações negativas sobre as modificações, gerando um debate sobre a manipulação da percepção pública.
Pesquisadores sugerem que essas alterações podem ser mais impactantes do que parecem, já que o Google Maps, como uma ferramenta digital, pode afetar nossa cognição.

Leia mais:
- Rotas visíveis: recurso vai ficar disponível no Google Maps
- Dica: evite usar Google Maps no celular sem esta configuração!
- Como salvar o endereço da sua casa e trabalho no Google Maps
Assim, mudanças sutis no mapa podem alterar nossa percepção sem percebermos.
Estamos consumindo o que o Google quer
- O problema não é apenas a renomeação de locais, mas a manipulação passiva das informações que consumimos.
- Quando o Google exclui críticas negativas, ele facilita a aceitação das mudanças pelos usuários, moldando a percepção de forma sutil, mas eficaz.
- Essa manipulação pode ser vista como uma forma de coerção disfarçada de conveniência.
À medida que essas ferramentas se integram à nossa mente, é importante estar ciente de como elas podem influenciar nosso pensamento e percepção do mundo, muitas vezes sem termos consciência disso. 
Fonte: Olhardigital




