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Doença misteriosa no Congo causa preocupação: 31 mortes registradas desde outubro

Redação15 de dezembro de 2024
Doença misteriosa no Congo causa preocupação: 31 mortes registradas desde outubro

Desde outubro de 2024, a República Democrática do Congo enfrenta um surto de uma doença ainda não identificada, que já causou 31 mortes entre os 406 casos registrados, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Desde outubro de 2024, a República Democrática do Congo enfrenta um surto de uma doença ainda não identificada, que já causou 31 mortes entre os 406 casos registrados, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A maioria das vítimas são crianças menores de cinco anos, e os sintomas incluem febre, tosse, fadiga e coriza. Equipes da OMS estão no local para investigar a causa e conter a disseminação da doença.

O que se sabe sobre o surto no Congo?

  • O surto é localizado, mas grave: os casos estão concentrados na zona de saúde de Panzi, na província de Kwango. Mulheres e crianças representam a maior parte das vítimas.
  • Sintomas preocupantes: febre, tosse e fadiga são comuns, mas casos graves incluem dificuldade para respirar e desnutrição. Os testes descartaram doenças como sarampo e Covid-19.
  • Esforços de contenção: a OMS enviou especialistas para reforçar a vigilância, investigar as causas e implementar medidas de conscientização e prevenção na região.

Onde o surto está concentrado e quem são os mais afetados?

Os casos foram registrados em nove áreas de saúde da zona de Panzi, com destaque para Tsakala Panzi, Makitapanzi e Kanzangi, que somam 95,8% das ocorrências, segundo a CNN.
Equipe da OMS trabalha na investigação do surto de doença misteriosa na República Democrática do Congo, implementando medidas de contenção e conscientização. Imagem: Elenarts/Shutterstock
A faixa etária mais afetada é de crianças menores de cinco anos, que representam 53% dos casos. Além disso, 59,9% dos infectados são mulheres, e as comunidades locais foram o epicentro da maioria das mortes.

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Como a OMS está agindo para conter o surto?

A OMS está trabalhando com especialistas locais para realizar testes laboratoriais, reforçar a vigilância e investigar os modos de transmissão. Kits de diagnóstico e medicamentos essenciais estão sendo distribuídos para ajudar nas análises. Medidas de conscientização, como o uso de máscaras e lavagem das mãos, estão sendo promovidas para prevenir novos casos.

Apesar do risco de disseminação dentro do Congo ser moderado, a proximidade com a fronteira de Angola preocupa as autoridades. A OMS reforça a importância de monitoramento constante para evitar que o surto atinja níveis regionais ou globais.

Tags:
Medicina e saúdeOmsDoençaRepública democrática do congo

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