segunda-feira, 07 de setembro de 202613:54:54
Sol
TV Alagoas
GeralPúblico acorda cedo para assistir ao desfile de 7 de Setembro em BrasíliaPolíticaHenrique Chicão é investigado pelo Ministério Público Eleitoral por suposta ocultação de patrimônioGeralBLOG GG SAMPAIO | ALAGOAS PRECISA PENSAR ALÉM DO AGORAPolíticaAfD conquista vitória histórica nas eleições estaduais da Saxônia-AnhaltPolíticaAgenda dos presidenciáveis para o feriado de 7 de SetembroInternacionalAcidente com avião de carga em Miami deixa 5 mortosCulturaRádio Nacional lança série especial do programa No Mundo da BolaEconomiaSenado aprova MP que zera imposto sobre compras internacionais até 50 dólaresGeralMega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 48 milhões; veja os númerosGeralIBGE lança mapas-múndi inéditos a partir de amanhã, 7 de setembroPolíticaLula reafirma soberania do Brasil em pronunciamento pelo 7 de setembroEsportesBotafogo empata com Palmeiras e favorece Flamengo na liderança do Brasileirão

Diagnóstico rápido salva paciente de hematoma intracraniano grave no Hospital Metropolitano de AL

Redação28 de novembro de 2025

Caso mostra como sangramentos intracranianos podem se manifestar como AVC e reforça a importância do atendimento especializado

Uma dor de cabeça intensa, diferente de tudo que já havia sentido, acompanhada de dormência no lado direito do corpo. Foi assim que começou a história de Valmir Moraes, 62 anos, que chegou ao Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, sem imaginar que enfrentava um grave hematoma intracraniano — um tipo de sangramento dentro do crânio que pode colocar a vida em risco.


"Eu pensei que fosse apenas uma dor mais forte. Quando a dormência veio, fiquei assustado. Não conseguia mexer direito o braço e a perna", relembra Valmir.

Publicidade
Cesmac


No Hospital Metropolitano de Alagoas, a equipe suspeitou de uma lesão neurológica grave. Os exames confirmaram: Valmir tinha um hematoma no lado esquerdo do cérebro, o que explicava a fraqueza no lado oposto do corpo — um quadro que, muitas vezes, se confunde com um AVC.


Uma doença silenciosa e traiçoeira


O neurocirurgião Wancler Albert, um dos responsáveis pela cirurgia do paciente, alerta que esse tipo de hematoma intracraniano exige atenção máxima.


"É uma doença muito traiçoeira. Pode matar o paciente rapidamente e, muitas vezes, burla a manifestação clínica se apresentando como um AVC. O paciente tem o hematoma de um lado e a fraqueza do outro, como aconteceu com o Valmir", explica o médico.

Publicidade
Cesmac


Segundo ele, a dor de cabeça forte associada a sinais neurológicos — como perda de força, formigamento, alteração da fala ou sonolência — nunca deve ser ignorada.


"O cuidado imediato faz toda diferença. Por isso, a importância do acompanhamento médico e de procurar unidades de referência, capazes de identificar a causa e escolher o melhor tratamento", reforça o neurocirurgião.




Hematomas intracranianos podem acontecer após pequenos traumas, pressão alta, fragilidade de vasos sanguíneos ou até sem causa aparente — e são potencialmente fatais quando não diagnosticados a tempo. No caso de Valmir, o hematoma aconteceu devido a um acidente de moto.


Mas, graças ao atendimento e à estrutura especializada do HMA, Valmir recebeu o tratamento correto antes que o quadro evoluísse. "Se eu tivesse esperado mais, não sei o que teria acontecido. Aqui fui acolhido, orientado e tratado com rapidez. Agradeço a Deus e à equipe que cuidou de mim", relata emocionado.

Fonte: Secom Alagoas

Continue Lendo