sábado, 03 de outubro de 202613:31:53
Chuva 66%
TV Alagoas
GeralPreço do limão atinge alta histórica em meio à entressafraGeralCampanha #FazAXepa visa reduzir desperdício de alimentos no BrasilPolicialAtaque aéreo israelense em Gaza resulta na morte de quatro palestinosEsportesSão Paulo e Corinthians decidem título do Brasileiro Feminino neste sábadoGeralMega-Sena sorteia R$ 82 milhões neste sábado em São PauloGeralEstudantes de 50 escolas municipais participarão de experiência gastronômicaEsportesLula sanciona lei que estabelece diretrizes para o futebol feminino no BrasilGeralCaixa paga Bolsa Família de setembro para beneficiários com NIS final 9GeralONS adota medidas para garantir energia nas eleições 2026GeralJustiça Eleitoral finaliza preparação das urnas para votaçãoGeralSão Paulo é o maior colégio eleitoral do Brasil, com 34 milhões de eleitoresPolíticaFachin se reúne com PF sobre menções a ministros no caso Master

Ataques a símbolos religiosos em Fortaleza são investigados

Redação03 de outubro de 2026
Ataques a símbolos religiosos em Fortaleza são investigados

“Se reabrir, todos morrem”. Era assim que começava o cartaz colado em uma loja de artigos religiosos católicos no centro de Fortaleza na noite em que o lugar foi alvo de um atentado com coquetel molotov.

Na madrugada de 9 de setembro, uma loja de artigos religiosos católicos em Fortaleza foi alvo de um atentado com coquetel molotov. Outros dois estabelecimentos católicos e um da umbanda também foram atacados na mesma noite. A Polícia Civil investiga os casos.

O Padre Josileudo Queiroz, da Igreja de São José Operário de Caucaia, comentou nas redes sociais que os ataques são "crime de intolerância religiosa". Em Londrina e Salvador, imagens religiosas também foram vandalizadas em datas próximas.

O ministro Flávio Dino, do STF, determinou que a Polícia Federal investigue a disseminação desses ataques. Dados do Disque 100 mostram 1.252 denúncias de intolerância religiosa no primeiro semestre de 2026.

Praticantes de candomblé e umbanda são as principais vítimas, com 270 denúncias registradas, um aumento de 40% em relação a 2025. Entre católicos, as denúncias passaram de 15 para 34 no mesmo período.

O defensor público do Ceará, Igor Barreto, destacou que crimes de intolerância religiosa são imprescritíveis e sem direito a fiança. A pena varia de um a cinco anos de reclusão e multa.

Continue Lendo