quarta-feira, 07 de outubro de 202616:50:03
Pode chover 55%
TV Alagoas
GeralMTE divulga dados do emprego formal de agosto nesta terça-feiraGeralEmissão antecipada da guia não altera prazo de pagamento do FGTSEconomiaFinep abre seleção para projetos de inovação social na economia solidáriaGeralGigantinhos promove cuidados essenciais para crianças na escolaEducaçãoMaceió convoca 278 aprovados em PSS, totalizando 1.153 profissionaisGeralPrefeito Rodrigo Cunha apresenta novo anexo para comerciantes do Mercado da ProduçãoSaúdeHospital da Cidade em Maceió amplia serviço de hemodiálisePolíticaOEA elogia eleição no Brasil, mas alerta sobre desinformaçãoPolíticaOAB-RJ pede decisão rápida do TSE sobre eleições no RJPolíticaFlávio Bolsonaro recebe apoio de Caiado; Lula defende PEC da jornada de trabalhoPolíticaErundina, aos 91 anos, é a deputada estadual mais velha eleita em 2026GeralImpasse entre Axia e Origem pode atrasar térmicas do leilão de capacidade

Ataques a símbolos religiosos em Fortaleza são investigados

Redação03 de outubro de 2026
Ataques a símbolos religiosos em Fortaleza são investigados

“Se reabrir, todos morrem”. Era assim que começava o cartaz colado em uma loja de artigos religiosos católicos no centro de Fortaleza na noite em que o lugar foi alvo de um atentado com coquetel molotov.

Na madrugada de 9 de setembro, uma loja de artigos religiosos católicos em Fortaleza foi alvo de um atentado com coquetel molotov. Outros dois estabelecimentos católicos e um da umbanda também foram atacados na mesma noite. A Polícia Civil investiga os casos.

O Padre Josileudo Queiroz, da Igreja de São José Operário de Caucaia, comentou nas redes sociais que os ataques são "crime de intolerância religiosa". Em Londrina e Salvador, imagens religiosas também foram vandalizadas em datas próximas.

O ministro Flávio Dino, do STF, determinou que a Polícia Federal investigue a disseminação desses ataques. Dados do Disque 100 mostram 1.252 denúncias de intolerância religiosa no primeiro semestre de 2026.

Praticantes de candomblé e umbanda são as principais vítimas, com 270 denúncias registradas, um aumento de 40% em relação a 2025. Entre católicos, as denúncias passaram de 15 para 34 no mesmo período.

O defensor público do Ceará, Igor Barreto, destacou que crimes de intolerância religiosa são imprescritíveis e sem direito a fiança. A pena varia de um a cinco anos de reclusão e multa.

Continue Lendo