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Ao lado da ministra Cida Gonçalves, Paulo Dantas amplia rede de proteção às mulheres em Alagoas

Redação21 de fevereiro de 2025
Ao lado da ministra Cida Gonçalves, Paulo Dantas amplia rede de proteção às mulheres em Alagoas
© Reprodução

Alagoas receberá três Casas da Mulher Brasileira; uma no Benedito Bentes e as outras duas em Arapiraca e Santana do Ipanema

O Governo de Alagoas, junto ao Ministério das Mulheres, ampliou a rede de proteção e de prevenção à violência contra a população feminina no estado. Ao lado da ministra Cida Gonçalves, o governador Paulo Dantas assinou o contrato para construção da primeira Casa da Mulher Brasileira, em Maceió, bem como os decretos que instituem Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios e o Plano Estadual de Políticas as Mulheres.

Além da Casa da Mulher Brasileira, que será construída e equipada no Benedito Bentes, Paulo adiantou que Alagoas já está apta a receber mais duas dessas unidades do Governo Federal. “Agradeço ao presidente Lula e a ministra Cida Gonçalves pelo apoio para o fortalecimento no combate à violência à mulher. Teremos mais duas unidades construídas em Alagoas, uma em Santana do Ipanema e a outra em Arapiraca, segundo maior município do estado de Alagoas”, disse.

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Paulo ressaltou ainda que o estado já possui a Casa da Mulher Alagoana, construída com recursos do Tesouro Estadual e que possui características parecidas com a da Casa da Mulher Brasileira. Esses equipamentos reúnem instituições e órgãos que não só atendem, mas acolhem e abraçam as mulheres que enfrentam o medo e a insegurança para denunciar seus agressores. “Vale destacar também que Alagoas é um dos estados da federação que tem a maioria feminina no primeiro escalão. Somos o único estado do Brasil a ter as mulheres protagonizando as principais ações, projetos, políticas e programas”, disse.

Cida Gonçalves parabenizou o secretariado feminino do Governo estadual e ressaltou que a política de fomentar o protagonismo da mulher visando a promoção da igualdade de gênero faz parte da história de Alagoas. “Alagoas foi o primeiro estado a criar a primeira Secretaria de Estado da Mulher do nosso país. Obrigada, Alagoas por ter ajudado a construir esse processo de fomentar o protagonismo feminino no Brasil”, disse.


A ministra destacou ainda a importância da assinatura do contrato de repasse para construção e equipagem da primeira Casa da Mulher Brasileira em Alagoas. “A importância de estarmos aqui para esse ato, que é simbólico, mas mostra a vontade política do presidente Lula e do governador Paulo Dantas. E isso faz diferença na vida das mulheres”, disse.

No evento, realizado na Praça dos Martírios, em Maceió, a secretária da Mulher e dos Direitos Humanos, Maria Silva, ressaltou a importância da Casa da Mulher Brasileira para romper o ciclo de violência, como também anunciou a campanha Deixa Ela Quieta contra o assédio sexual. “Essa campanha que trazemos para o Carnaval visa lutar contra a importunação e assédio sexual. Assédio é crime. E hoje nesse momento histórico, estamos lançando ao lado do governador essa pauta no Carnaval”, disse.

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Casa Da Mulher Brasileira


Parte do Programa Mulher sem Violência, a Casa da Mulher Brasileira, orçada em R$ 19 milhões, é um equipamento de atendimento integrado e humanizado às mulheres em situação de violência. A unidade reúne diversos serviços, como acolhimento e triagem, apoio psicossocial, delegacia, juizado, Ministério Público, promoção de autonomia econômica, cuidado para crianças com brinquedoteca, alojamento de passagem e central de transporte defensoria pública.

A proposta da Casa da Mulher Brasileira é facilitar o acesso a serviços especializado às mulheres vítimas de violência, evitar retivimização, fortalecer o enfrentamento à violência de gênero, promover autonomia e criar meios para quebra do ciclo de violência com empoderamento feminino.

Decretos

O decreto que institui o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios faz parte de um acordo de cooperação técnica, e consiste em promover campanhas educativas para a conscientização da sociedade, desenvolver capacitação de profissionais para atuação efetiva e fortalecimento das redes locais de apoios às vítimas.

Já o decreto que institui o Plano Estadual De Políticas para as Mulheres também faz parte do pacto de cooperação técnica construído pela Semudh, que visa promover a escuta com mulheres negras, quilombolas, indígenas, ciganas, LGBTQIA+, bem como com os sem terra, sem teto, de religiões de matriz africana, pescadoras e marisqueiras, e do campo.

Fonte: Secom Alagoas

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