Andrei Rodrigues nega monitoramento de ministro pelo PF

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou nesta sexta-feira (11) em sua manifestação ao ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que relatórios de inteligência produzidos pela corporação e enviados à Corte, por determinação do ministro Alexandre d...
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, negou nesta sexta-feira (11) que a corporação tenha monitorado o ministro André Mendonça. Em manifestação ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, Rodrigues afirmou que os relatórios de inteligência foram elaborados de forma regular e não configuraram monitoramento de autoridades.
Rodrigues sustentou que sua atuação se limitou ao cumprimento de uma ordem judicial e pediu que seu afastamento do cargo seja rejeitado. Ele também negou que os relatórios fossem apócrifos, como acusado por Mendonça, e questionou a legitimidade do Partido Novo para pedir seu afastamento.
Na terça-feira (9), Mendonça havia afastado preventivamente Rodrigues do comando da PF, alegando irregularidades nos relatórios e um suposto monitoramento ilegal. Ambos, Rodrigues e o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada, foram reintegrados no dia seguinte após decisão de Fachin.
A Advocacia-Geral da União (AGU) reiterou o pedido para que Rodrigues seja mantido no cargo, argumentando que seu afastamento interfere nas competências do presidente da República. A crise entre ministros do STF emergiu após Mendonça retirar o sigilo de um relatório da PF com mensagens supostamente enviadas por Vorcaro a Moraes.
Fonte: Agência Brasil - Justiça




