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A emocionante noite em que Messi só não fez chover em Kansas City

Redação17 de junho de 2026
A emocionante noite em que Messi só não fez chover em Kansas City
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Seria um dia especial da Copa do Mundo, com a França de Mbappé, a Noruega de Haaland e a Argentina de Messi.

Seria um dia especial da Copa do Mundo, com a França de Mbappé, a Noruega de Haaland e a Argentina de Messi. O francês e o norueguês fizeram sua parte, com dois gols cada um. Mbappé chegou a 14 gols em três Copas disputadas. Haaland, em seu primeiro jogo em mundiais, mostrou a que veio. Faltava Messi – e o que ele aprontou no estádio de Kansas City foi um daqueles momentos para sempre eterno. Ok, o adversário, a Argélia, não é nenhum bicho papão, mas pouco importa.

O genial canhotinha de 38 anos, em sua sexta Copa, marcou três vezes – chegou a 16 gols na competição, igualando o alemão Miroslav Klose. Ao deixar o campo, faltando doze minutos para o apito final, foi aplaudido em pé. Havia argentinos chorando na arquibancada, muitos fazendo reverências quase religiosas. O treinador Lionel Scaloni parecia embasbacado com o que viu. Três gols! E como ironia dos instantes indeléveis, foram três gols contra o goleiro Luca Zidane, de 28 anos, filho de Zinedine. Haveria um roteiro mais sensacional, mais bonito, de modo a celebrar o feito de Messi? Há ainda, na Argentina, um drama de escolha – quem, afinal, é maior: Messi ou Maradona. Caminha-se para uma resposta definitiva, ainda que o menino de Rosário não tenha nada, nadinha, do carisma do campeão mundial de 1986. Foi mágica a noite inaugural de Messi na Copa de 2026. Vem mais por aí, certamente – até porque já não lhe pesa mais sobre os ombros a obrigação de erguer a taça, já levada aos céus em 2022.

Goleiro com barba, vestindo camisa amarela com número 23 e luvas de goleiro, usando uma máscara protetora preta no rosto, apontando para a direita com o braço estendido em um campo de futebol
Luca, filho de Zidane: a “honra” de ver o camisa 10 fazer história, de novoTom Weller/Getty Images
Fiquemos, portanto, com o rol dos maiores artilheiros de Copas em todos os tempos, mas convém não se fiar muito no que ele mostra, porque logo logo será atualizado. Por Mbappé, muito possivelmente, na próxima partida, contra o Iraque; e por Messi, com a certeza das evidências, diante da Áustria. A história passa diante de nossos olhos, e convém celebrá-la.

A lista dos maiores goleadores:

  • Miroslav Klose e Lionel Messi: 16 gols
  • Ronaldo: 15 gols
  • Mbappé e Gerd Muller: 14 gols
  • Just Fontaine: 13 gols
  • Pelé: 12 gols
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Fonte: Veja Abril

Tags:
Lionel messiEsporteSeleção de futebol da argentinaCopa do mundo 2026

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